DickRips – Informatica e Atualidade

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Posts de Dezembro, 2006

Tema das notificações

Publicado por Daniel Carraro Tomasini em Dezembro 29, 2006

Estava eu olhando umas configurações de notificação e encontrei um recurso interessante, que é mudar o tema. O tema que vem por padrão no Ubuntu (amarelinho) foi feito pelo pessoal do Ubuntu. A figura abaixo mostra este tema:Notification when a client connects

O tema que vem por padrão no programa notification-daemon é um azul. Eu achei muito interessante, principalmente porque não uso o tema Human, padrão do Ubuntu, e sim o Clearlooks, tema baseado no azul. Vejam como a notificação ficou legal:

Tema padrão para notificações

Para mudar o tema, é só mudar a chave do gconf: /apps/notification-daemon/theme
Mude de ubuntu para standard.

Via linha de comando (terminal):

gconftool -s –type=string /apps/notification-daemon/theme standard

Se quiser fazer pelo modo gráfico, aperte ALT-F2 e digite gconf-editor. Navegue por esta pasta e altere o valor da chave para standard.

Se quiser voltar ao normal, altere de volta o valor da chave para ubuntu.

A propósito…

Antes que alguém pergunte, estou trabalhando um patch para o gaim e para o gaim-libnotify para que as notificações fiquem grudadas no ícone do gaim. É o que vocês podem ver na figura acima.

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Linux distro Timeline

Publicado por Daniel Carraro Tomasini em Dezembro 26, 2006

Numa época de reflexão, de paz e de família, deixo-vos uma imagem para que possam ver as origens de muitas das distros de GNU/Linux

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Distribuições Base

Publicado por Daniel Carraro Tomasini em Dezembro 21, 2006

E afinal donde tem origem a tua distro? Há alguns anos era a Red Hat a distro base de muitas distros que por aí circulavam, tal como a SuSE ou Mandrake. Mas e agora?

  • Debian GNU/Linux………. 124……Ubuntu, SimplyMepis, Knoppix,…
  • Fedora Core……………….51……Aurox, Fox Desktop, Yeloow Dog,….
  • Slackware Linux…………..46……Slax, VectorLinux, Zenwalk,….
  • Red Hat Enterprise Linux…21……Asianux, CentOS, Red Flag,…
  • Gentoo Linux……………..18……Kororoa, Ututo, VLOS,…
  • Mandriva Linux…………..12……MCN Live CD, PCLinuxOS,..
  • FreeBSD………………….11……DesktopBSD, FreeSBIE, PC-BSD,…
  • OpenSUSE…………………4……Caixa Mágica, StressLinux,…

Foi practicamente desde o aparecimento do Knoppix, que a Debian passou a ser olhada doutro jeito e se tornou a base das imensas distros que por aí circulam!

Fonte: DistroWatch

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Para quem acabou de instalar o seu primeiro GNU/Linux

Publicado por Daniel Carraro Tomasini em Dezembro 21, 2006

Sempre usaste windows e agora acabaste de instalar uma distro de GNU/Linux, por exemplo Ubuntu ou outra Debian-like, no teu PC e andas a passear pelos menus, a apreciar a coisa…. Atenção, deves ter em mente algumas coisas muito importantes agora que estás a usar o linux!

  • A arte de instalar programas em Linux.

No windows, se quiseres instalar algo, tens de procurar na net pelo programa, ou através dalgum programa p2p. Depois passá-lo pelo antivírus, descobrir que até é um demo ou algum shareware e ainda tens de arranjar alguma chave ou crack para ele. Depois é clicar no setup.exe, instalar no C:\Program Files e em mais alguns sítios que nunca saberás bem onde nem bem o quê..

Em Linux tens o synaptic, um pequeno programa que te faz o trabalho todo, apenas tens de escolher o que queres instalar. Ele vai buscar a matéria-prima a locais determinados, armazena-os, instala-os e configura-os. Nada de demos, sharewares e outras porcarias típicas do windows. Após escolheres o que queres, o teu seguinte trabalho é ires ao menu e clicar no programa que já fica instalado… Usa e abusa do synaptic!

  • A linha de comandos (terminal) e o root

Qualquer operação, qualquer programa, pode ser feita ou lançado a partir da linha de comandos dum terminal. É por isso que quando se pede apoio nalgum fórum, normalmente as instruções são dadas para a linha de comandos em vez de “clicas aqui e depois clicas ali…”. Os programas gráficos podem ser muito diferentes para fazer uma determinada acção, mas pela linha de comandos a linguagem é quase universal. Por isso é que o utilizador comum tem certas restrições no uso do terminal, pode lançar programas, mover/criar/alterar ficheiros seus, etc. Mas quando toca a mexer no sistema, a instalar programas, alterar configurações, aí só com a permissão do root, ou seja, a sua password! Estas restrições tem o seu motivo, protegem o sistema de ser danificado por algum descuido dum utilizador qualquer, por exemplo.

Por isso, quando quiseres fazer algo como root e for pedida a password, tem atenção ao que fazes! Tal como digitar o “sudo” ou “su + password do root” na linha de comandos! Em caso de dúvida, passa pelo fórum de ajuda, por exemplo o do ubuntu, e pede uma explicação que o pessoal terá o maior prazer de a dar.

  • Ambientes de trabalho

No windows tens apenas o explorer ou o que quer que seja aquilo. Podes alterar o visual, meteres umas skins mas continua a ser o mesmo ambiente: explorer.exe. No linux tens vários! Os mais conhecidos são o KDE e o Gnome, embora existam muitos mais e bem diferentes uns dos outros como o WindowMaker, enlightenment ou XFCE. Sempre que entras no menu de escolha do utilizador, tens também a possibilidade de escolher qual o ambiente que queres usar nessa sessão. E se apenas tens um como acontece com o Ubuntu e o seu ambiente Gnome, abres o synaptic e faz o favor de instalar outros! Não esqueças que ao usares outro ambiente, apenas mudas a maneira de ver as janelas e como funcionam e como tudo o resto é visto. A maior parte dos programas trabalham em qualquer ambiente, embora uns trabalhem melhor com um ambiente e outros noutros ambientes, exemplos podem ser os programas que começam por “k” que se integram melhor com o KDE e os programas que começam por “g” se integram melhor com o Gnome. Tem sempre em mente que qualquer ambiente pode ser totalmente configurável ao teu gosto, e passível de ser apetrechado com “n” programazinhos úteis, como o gdesklets ou o superkaramba.

  • Permissões de ficheiros

As “file permissions” determinam quem é que tem acesso, poder mover ou modificar cada ficheiro ou pasta. O GNU/Linux é muito rigoroso com isso! Há 3 tipos de acções possíveis com cada ficheiro:
read (apenas o podes ler); write (podes alterar e move-lo) e execute (ao tentar abri-lo, o sistema tentará executá-lo como um programa).

O dono do ficheiro é o único utilizador que pode modificar as permissões do mesmo. O dono pode colocar diferentes permissões para si (“file owner“), definir grupos de utilizadores (“user groups“) e todos os outros utilizadores (“other users“).
Na práctica, tudo o que está na tua “home” (/home/teu-nome) podes fazer o que quiser; não tens acesso ao que está nas “homes” dos outros utilizadores; e não podes alterar nada do sistema, como por exemplo /bin ou /etc, sem a password do root!

  • Pormenores vários

-Não é preciso desfragmentar o sistema, isso é coisa de sistemas de ficheiros ultrapassados e inferiores.
-Não é necessário anti-vírus, salvo em casos que queiras usar o teu linux como servidor de mail (para windows).
-O linux é “case-sensitive”, ou seja, maiúsculas são diferentes de minúsculas! Exemplo: file.txt é diferente de file.TXT.
-Qualquer pasta ou ficheiro pode ser escondido ou ficar invisível bastando colocar um ponto (.) antes do nome da pasta ou do ficheiro. Exemplos: .Imagens ou .file.txt. Para poder ve-los no konqueror ou Nautilus, basta accionar a opção de “ver ficheiros escondidos”.
-Aprendendo a conhecer o GNU/Linux e o software livre, torna-se viciante e nunca mais se quererá voltar atrás….

Bem vindo ao GNU/Linux.

Baseado num artigo de Olivier Cleynen

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Software Livre e o Multiverso

Publicado por Daniel Carraro Tomasini em Dezembro 19, 2006

Comparar a filosofia do Software Livre com Física Moderna pode parecer algo esquivo, mas para mim faz todo o sentido. Juntar o Richard Stallman com o Michio Kaku numa mesma sala seria uma ideia formidável, o primeiro percebe que todos nós somos uma comunidade, o segundo entende que é possível existirem mais comunidades. Hoje não se percebe o conceito de comunidade como ele é, estamos no primeiro passo para o automatismo que viremos a enfrentar no futuro. Reservou-nos o universo capacidades enormes que todos os dias deitamos fora em prol do nosso ego, ou de coisas que não fazem o mínimo sentido ainda que seja pressuposto existirem. Será que escrevi Universo? Porquê ser Uni se realmente poderemos ser Multi… e somos muitos realmente, muitos que podíamos fazer do tempo e espaço em que vivemos um lugar bem melhor. A existência é um mundo complicado, acima de tudo equilibrado entre os dois lados, o das nossas limitações e o das capacidades. Podemos nascer restritos nesses conceitos, mas nunca o devemos ser perante as nossas vontades, pois é nessa altura que realmente coexistimos.

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Convertendo arquivos flv – A evolução

Publicado por Daniel Carraro Tomasini em Dezembro 19, 2006

Neste site vixy.net você poderá converter arquivos .flv para:

AVI ( Divx + mp3 )
MOV ( Mpeg4+ mp3 )
MP4 para IPOD ( Mpeg4 + AAC )
3GP para Mobile ( Mpeg4 + AAC )
MP3 ( somente áudio )

Tudo isso on-line sem instalar nenhum programa, apenas informe a url do video e pronto.

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Rodando vários programas numa “tacada” só!

Publicado por Daniel Carraro Tomasini em Dezembro 8, 2006

Todos os dias, quando chego no trabalho, rodo os mesmos programas básicos: skype, gaim e xchat, além de outros como thunderbird, firefox, openoffice, etc, que abro e fecho quando necessário.A dica é “boba”, mas muito útil )

Você pode rodar diversos aplicativos, numa “tacada” só. Para isso acontecer, basta chamar os executáveis dos programas separando-os com o “pipe” (a barra “em pé” | ), como mostra a figura abaixo:

Executando diversos aplicativos numa tacada só

para abrir essa janela, aperte ALT+F2, tanto no Gnome quanto no KDE

ATUALIZADO: a dica acima também funciona com o “&” (chamado de “E comercial”), ou seja, poderia ser: skype & gaim & xchat & ekiga

ATUALIZADO 2: a dica acima também funciona com “;” (ponto-vírgula) e acrescentou: caso queira, pode ainda usar o “&&” (Duplo “E comercial”). Neste caso, o programa só será executado se o programa anterior for executado com sucesso. Em caso de erro, nada mais é executado.

Fonte: Linux-br

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