DickRips – Informatica e Atualidade

Pagina dedicada ao Linux, Tecnologias e diversidades

Posts de Junho, 2008

Coisas que os clientes deveriam saber…

Publicado por Daniel Carraro Tomasini em Junho 27, 2008

1 – Profissional de TI dorme. Pode parecer mentira, mas profissional de TI precisa dormir como qualquer outra pessoa. Esqueça que ele tem celular e telefone em casa, ligue só para o escritório.

2 – Profissional de TI come. Parece inacreditável, mas é verdade. Profissional de TI, também, precisa se alimentar e tem hora para isso.

3 – Profissional de TI pode ter família. Essa é a mais incrível de todas: mesmo sendo um profissional de TI, a pessoa precisa descansar. No final de semana para poder dar atenção à família, aos amigos e a si próprio

4 – Profissional de TI, como qualquer cidadão, precisa de dinheiro. Por essa você não esperava né? É surpreendente, mas PROFISSIONAL DE TI também paga impostos, compra comida, precisa de combústivel, roupas e sapatos, e ainda consome leoxotan para conseguir relaxar…

5 – Ler, estudar também é trabalho. E trabalho sério. Pode para de rir. Não é piada.

6 – De uma vez por todas, vale reforçar: Profissional de TI não é vidente, não joga tarô e nem tem bola de cristal. Ele precisa planejar, consultar fornecedores, fazer visita técnica… para poder maturar as propostas e superar as expectativas. Se você quer um milagre, tente uma macumba e deixe o pobre do Profissional de TI em paz.

7 – Em reuniões de amigos ou festas de família, o Profissional de TI deixa de ser Profissional de TI e reassume seu posto de amigo ou parente, exatamente como era antes dele ingressar nesta profissão. Não peça conselhos, dicas…. ele tem direito de se divertir.

8 – Não existe, apenas, um upgradezinho – qualquer upgrade é um projeto, requer atenção, dedicação, precisa ser pensado, estudado, analisado e, é claro, cobrado. Esses tópicos podem parecer inconcebíveis a uma boa parte da população mas servem para tornar a vida do Profissional de TI mais suportável.

9 – Quanto ao uso do celular: celular é ferramenta de trabalho. Por favor, ligue apenas, quando necessário. Fora do horário de expediente, mesmo que você, ainda, duvide, o profissional de TI pode estar fazendo algumas coisas que você nem pensou que ele fazia, como dormir ou namorar, por exemplo.

10 – Pedir o mesmo orçamento 15 vezes não vai mudar a resposta. Por favor, peça no máximo três.

11 – Quando o horário de trabalho do período da manhã vai até 12h, não significa que você pode ligar às 11h55. Se você pretendia cometer esta gafe, vá ligue depois do almoço. O mesmo vale para a parte da tarde: ligue no dia seguinte.

12 – Quando o Profissional de TI estiver apresentando um projeto, por favor, não fique bombardeando com milhares de perguntas durante o atendimento. Isso tira a concentração, além de torrar a paciência. Atenção: Evite perguntas que não tenham relação como o projeto.

13 – O Profissional de TI não inventa os preços e nem ganha comissão sobre os equipamentos comprados. Por isso, não pechinche! Lembrete: cara feia na hora de assinar o cheque não diminui o que você tem que pagar. Se queria pagar menos, deveria ter feito você mesmo.

14 – Os Profissionais de TI não são os criadores do ditado “o barato sai caro!”

15 – E, finalmente, Profissional de TI, também, é filho de Deus e não filho disso que você pensou…

Fonte: moroni.com.br

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Detectando Intrusos com o PHPIDS

Publicado por Daniel Carraro Tomasini em Junho 26, 2008

O PHPIDS é um sistema de Detecção de Intrusos baseado em assinaturas por expressão regular, e impede que scripts maliciosos sejam executados no servidor.
Segue abaixo o guia de instalação e configuração.
Boa Sorte!

Por razões de segurança, vou instalar PHPIDS fora do DocumentRoot e, por isso, criar o diretório / var/www/web1/phpids:

mkdir /var/www/web1/phpids

Baixe a ultima versão do PHPIDS e extraia – vamos precisar apenas do diretório LIB:

cd /tmp
wget http://php-ids.org/files/phpids-0.5.tar.gz
tar xvfz phpids-0.5.tar.gz
cd phpids-0.5
mv lib/ /var/www/web1/phpids/

Entre no diretório IDS…

cd /var/www/web1/phpids/lib/IDS

…e de permissão de escrita para o apache na pasta tmp:

chown -R www-data:www-data tmp/

Agora vamos configurar o Config.ini do PHPIDS.

cd Config/
vi Config.ini

Usei a config default, alterando apenas os paths:

; PHPIDS Config.ini

; General configuration settings

; !!!DO NOT PLACE THIS FILE INSIDE THE WEB-ROOT IF DATABASE CONNECTION DATA WAS ADDED!!!

[General]

filter_type = xml
filter_path = /var/www/web1/phpids/lib/IDS/default_filter.xml
tmp_path = /var/www/web1/phpids/lib/IDS/tmp
scan_keys = false

exceptions[] = __utmz
exceptions[] = __utmc

; If you use the PHPIDS logger you can define specific configuration here

[Logging]

; file logging
path = /var/www/web1/phpids/lib/IDS/tmp/phpids_log.txt

; email logging

; note that enabling safemode you can prevent spam attempts,
; see documentation
recipients[] = test@test.com.invalid
subject = “PHPIDS detected an intrusion attempt!”
header = “From: info@php-ids.org”
safemode = true
allowed_rate = 15

; database logging

wrapper = “mysql:host=localhost;port=3306;dbname=phpids”
user = phpids_user
password = 123456
table = intrusions

; If you would like to use other methods than file caching you can configure them here

[Caching]

; caching: session|file|database|memcached|none
caching = file
expiration_time = 600

; file cache
path = /var/www/web1/phpids/lib/IDS/tmp/default_filter.cache

; database cache
wrapper = “mysql:host=localhost;port=3306;dbname=phpids”
user = phpids_user
password = 123456
table = cache

; memcached
;host = localhost
;port = 11211
;key_prefix = PHPIDS
;tmp_path = /var/www/web1/p

Vamos agora criar o arquivo /var/www/web1/web/phpids.php que irá chamar o PHPIDS (mais tarde, vamos colocar este arquivo para todos os nossos arquivos PHP automaticamente):

vi /var/www/web1/web/phpids.php

set_include_path(
get_include_path()
. PATH_SEPARATOR
. ‘/var/www/web1/phpids/lib’
);

require_once ‘IDS/Init.php’;
$request = array(
‘REQUEST’ => $_REQUEST,
‘GET’ => $_GET,
‘POST’ => $_POST,
‘COOKIE’ => $_COOKIE
);
$init = IDS_Init::init(’/var/www/web1/phpids/lib/IDS/Config/Config.ini’);
$ids = new IDS_Monitor($request, $init);
$result = $ids->run();

if (!$result->isEmpty()) {
// Take a look at the result object
echo $result;
require_once ‘IDS/Log/File.php’;
require_once ‘IDS/Log/Composite.php’;

$compositeLog = new IDS_Log_Composite();
$compositeLog->addLogger(IDS_Log_File::getInstance($init));
$compositeLog->execute($result);
}
?>

Agora, quando você chamar o arquivo em um navegador, (por exemplo, http://192.168.0.100/phpids.php), você verá uma página em branco. Mas se você tentar anexar alguns parâmetros maliciosos para a URL (por exemplo, http://192.168.0.100/phpids.php?test =% 22% 3EXXX% 3Cscript% 3Ealert (1)% 3C/script% 3E), o PHPIDS irá detectar presente e imprimir as suas conclusões no navegador:

Agora temos de encontrar uma maneira de chamar o PHPIDS antes dos sites em PHP.Há duas maneiras de fazer isso.Por exemplo, se nós chamamos o script info.php em um navegador, o PHP iria executar o phpids.php primeiro e, depois, o info.php, (sem modificar o info.php).
Podemos fazer isso usando o parâmetro PHP’s auto_prepend_file no nosso php.ini (esta é uma definição global que é válido para todos os web sites PHP no servidor), ou em um .htaccess (esta é uma configuração válida apenas para o web site em questão):

php.ini
Abra o seu php.ini…

vi /etc/php5/apache2/php.ini

…e procure pela string “prepend_file”.Altere para:

[...]
auto_prepend_file = /var/www/web1/web/phpids.php
[...]

Restarte o apache:

/etc/init.d/apache2 restart

.htaccess
Em vez de alterar o php.ini (que é uma mudança global, ou seja, a mudança é válida para todos os sites que utilizam PHP no servidor), você pode usar o arquivo .htaccess (dessa forma apenas os sites que tiverem esse arquivo e uma configuração no apache chamarão o PHPIDS antes):

Crie um arquivo .htaccess…

vi /var/www/web1/web/.htaccess

…e adicione nele:

php_value auto_prepend_file /var/www/web1/web/phpids.php

Certifique-se que o vhost para o site em /var/www/web1/web contenha a string (caso contrário, o .htaccess será ignorado):

AllowOverride All

Crie o arquivo info.php…

vi /var/www/web1/web/info.php

…com este conteúdo:

phpinfo();
?>

Chame esse arquivo em um navegador (http://192.168.0.100/info.php), e você verá a saída normal do phpinfo ().

Agora se anexarmos alguns parâmetros maliciosos para a URL (por exemplo, http://192.168.0.100/info.php?test =% 22% 3EXXX% 3Cscript% 3Ealert (1)% 3C/script% 3E), você deverá encontrar um relatório PHPIDS antes do phpinfo () (porque o PHP /var/www/web1/web/phpids.php foi executado antes do /var/www/web1/web/info.php):

Cheque os logs em/var/www/web1/phpids/lib/IDS/tmp/phpids_log.txt, você deve ver algo nele:

cat /var/www/web1/phpids/lib/IDS/tmp/phpids_log.txt

“192.168.0.200″,2008-06-04T17:36:08+02:00,54,”xss csrf id rfe lfi”,”REQUEST.test=%5C%22%3EXXX%3Cscript%3Ealert%281%29%3C%2Fscript%3E GET.test=%5C%22%3EXXX%3Cscript%3Ealert%281%29%3C%2Fscript%3E”,
“%2Finfo.php%3Ftest%3D%2522%253EXXX%253Cscript%253Ealert%281%29%253C%2Fscript%253E”

Era isso!

Fonte: rmb.homelinux.com

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nmap – O Mapeador de Rede

Publicado por Daniel Carraro Tomasini em Junho 20, 2008

Como Lamont Grandquist (um contribuidor/desenvolvedor do nmap) citou, nmap faz três coisas: Irá disparar um ping para um determinado número de hosts para determinar se eles estão ativos. Irá escanear as portas dos hosts para determinar que serviços eles estão oferecendo e irá tentar determinar o SO (Sistema Operacional) do(s) host(s). Nmap permite ao usuário escanear redes pequenas como uma LAN(Local Area Network, Rede de Alcance Local) com 2 máquinas ou grandes redes com 500 máquinas ou até mesmo maiores. Nmap também permite ao usuário personalizar as técninas usadas para escanear. Algumas vezes uma simples varredura com ICMP(Internet Control Message Protocol) ping pode ser tudo que você precise.

  • Usando o Nmap
  • Tipos de Scanner

    Sem muito alvoroço, vamos aos negócios com o nmap. Primeiro nós iremos precisar de um endereço para escanear. Se você está trabalhando em uma rede local, então escolha um dos hosts locais. Vamos supor que sua rede local consista de duas máquinas: Adão e Eva. Adão (192.168.0.1) é a máquina em que nós estaremos rodando o nmap. Eva (192.168.0.2) é a máquina que nós estaremos escaneando. Na linha de comando eu digitaria o seguinte::
    Citando:

    nmap 192.168.0.2

    Esta é a saída do scanner:
    Citando:

    Exemplo 1
    Starting nmap V. 2.53 by fyodor@insecure.org (www.insecure.org/nmap)
    Interesting ports on Eve (192.168.0.2):
    (The 1511 ports scanned but not shown below are in state:closed)
    Port State Service
    21/tcp open ftp
    23/tcp open telnet
    25/tcp open smtp
    79/tcp open finger
    80/tcp open http
    98/tcp open linuxconf
    111/tcp open sunrpc
    113/tcp open auth
    513/tcp open login
    514/tcp open shell
    515/tcp open printer
    6000/tcp open X11
    Nmap run completed — 1 IP address (1 host up) scanned in 1 second

    O que o exemplo acima fez foi executar um scanner TCP contra o endereço designado. Como nós podemos observar a saída que este exemplo nos deu, nosso host está ativo e nos passa uma lista de portas que ele está escutando. Este, é claro, é o mais básico de todos os comandos que podem ser executados sem nenhum privilégio especial. A desvantagem desta chamada é que qualquer host que esteja executando um software para logar o movimento da rede irá detectar facilmente esse tipo de scan. A saída para esta chamada seria a mesma se adicionarmos a opção -sT à linha de comando, que ficaria assim: nmap -sT 192.168.0.2. (Note que este comando pode ser executado por usuários normais, sem permissões especiais).

    Você não está em uma rede local? Está trabalhando em uma única máquina com conexão dial-up? Sem problemas, execute ifconfig (ou use seu editor de textos favorito para visualizar seu arquivo /var/log/messages e procurar pela última saída contendo seu endereço de IP remoto) para obter seu endereço de IP e partir daí. Vamos dizer que meu endereço de IP seja 206.212.15.23, nós podemos usar isso de ínicio para criar uma base de nossos scans. Então, com isso em mente vamos checar nosso “vizinho”:
    Citando:

    nmap -sT 206.212.15.22

    Esta é a saída gerada pelo exemplo:
    Citando:

    Exemplo 2
    Starting nmap V. 2.53 by fyodor@insecure.org (www.insecure.org/nmap)
    Interesting ports on find2-cs-4.dial.ISP.net (206.212.15.22):
    (1522 ports scanned but not shown below are in state: closed)
    Port State Service
    139/tcp open netbios-ssn

    Nmap run completed — 1 IP address (1 host up) scanned in 20 seconds

    Este é um exemplo bem básico das capacidades do nmap, mas pelo menos dá uma base aos iniciantes para trabalhar se não estiver em uma rede local.

    -sS Agora, vamos dizer que o que você quer é usar um scanner silencioso para se previnir de uma detecção, então você usaria nosso exemplo anterior apenas com a chamda -sS (SYN), ficando assim: nmap -sS 192.168.0.2. A chamada -sS (SYN) é referida algumas vezes como o scan “meio-aberto”, pois voce não inicia uma conexão TCP completa. A saída será igual a do exemplo 1 mas com uma chance menor chance de ser detectado pela outra ponta. Ao contrário da chamada -sT, esta requer privilégios de root (super-usuário).

    -sF -sX -sN Agora, para a verdadeira paranóia de se previnir de um host que esteja usando um software que filtre e logue o movimento da rede e que possa detectar pacotes SYN, nós podemos recorrer à um terceiro tipo de scan, com chamadas -sF (FIN Oculto), sX (Xmas tree) ou -sN (Nulo). Atenção: Desde que a Microsoft insista em fazer as coisas do geito deles, nem FIN, nem Xmas ou tipos de scan Nulos irão funcionar contra Windows 95/98 ou Windows NT. Então, se nós estivermos tentando obter uma lista de portas disponíveis usando tanto as opções -sT ou -sT mas obtivermos a saída “All scanned ports are: closed” executando as opções -sF, sX ou -sN, nós podemos assumir seguramente que o alvo é uma máquira rodando Windows. Este realmente não é um procedimento necessário para verificar se uma máquina está usando Windows, pois o nmap já tem um mecanismo de detecção remota de SO que nós iremos analizar mais tarde. Estes três comandos também requerem privilégios de root (super-usuário).

    -sU Esta opção diz ao nmap para buscar por portas UDP (User Datagram Protocol) ao invés de portas TCP no host alvo. Embora isto possa ser meio demorado as vezes no Linux, é executado particularmente rápido contra máquinas com Windows. Usando nosso exemplo anterior de Adão e Eva, vamos excutar (novamente com privilégios de root) um scan -sU contra Eva:
    Citando:

    nmap -sU 192.168.0.2

    Aqui está a saída resultante do scanner:
    Citando:

    Exemplo 3
    Starting nmap V. 2.53 by fyodor@insecure.org (www.insecure.org/nmap)
    Interesting ports on Eve (192.168.0.2):
    (The 1445 ports scanned but not shown below are in state: closed)
    Port State Service
    111/udp open sunrpc
    517/udp open talk
    518/udp open ntalk
    Nmap run completed — 1 IP address (1 host up) scanned in 4 seconds

    Como nós podemos observar, nmap scaneou 1455 portas em Eva e nos passou uma lista das portas UDP que ele encontrou que estavam escutando. Apartir dos exemplos um e dois nós podemos concluir que estamos frente à uma instalação Linux. Com isso em mente, se você se lembrar da introdução que eu mencionei que o nmap faz três coisas: executa pings, scaneia portas e detecta o sistema operacional do alvo. Agora que nós já analizamos os primeiros dois usos, vamos nos voltar para a detecção de SO.

    Detecção de SO

    -O Esta opção é usada para determinar o sistema operacional do alvo dado. Pode ser usada junto com os tipos de scanner que nós mencionamos acima ou sozinha. Nmap usa o que é chamado de fingerprinting (impressões digitais no jargão popular) do TCP/IP para tentar determinar o SO do alvo dado. Para uma leitura mais completa sobre fingerprinting de SOs veja o artigo de Foyer entitulado “Detecção Remota de SO via TCP/IP fingerprinting” que pode ser encontrado aqui. Com isso em mente, vamos direto para o nosso próximo exemplo. Usando nosso host alvo (Eva) do Exemplo 1, eu irei digitar o seguinte: (Veja que a opção -O requer privilégios de root)
    Citando:

    nmap -O 192.168.0.2

    Esta é a saída gerada pelo exemplo:
    Citando:

    Exemplo 4
    Starting nmap V. 2.53 by fyodor@insecure.org (www.insecure.org/nmap)
    Interesting ports on Eve (192.168.0.2):
    (The 1511 ports scanned but not shown below are in state:closed)
    Port State Service
    21/tcp open ftp
    23/tcp open telnet
    25/tcp open smtp
    79/tcp open finger
    80/tcp open http
    98/tcp open linuxconf
    111/tcp open sunrpc
    113/tcp open auth
    513/tcp open login
    514/tcp open shell
    515/tcp open printer
    6000/tcp open X11
    TCP Sequence prediction: Class=random positive increments
    Difficulty=1772042 (Good luck!)
    Remote operating system guess: Linux 2.1.122 – 2.2.14
    Nmap run completed — 1 IP address (1 host up) scanned in 1 second

    Perceba que o nmap reporta as mesmas portas disponíveis como ele fez no exemplo 1 devido a opção -sT, mas ele também determina o SO da máquina (neste caso Linux) e a versão do kernel… nada mau hein?! Nmap vem equipado com um impressionante banco de dados de SOs.

    Mais diversão com Nmap

    Ao invés de nos limitar para escanear apenas um alvo, vamos expandir nossos horizontes para coisas grandes e melhores. No exmplo 2 nós usamos nosso endereço de IP para escanear. Usando aquele endereço novamente nós podemos dar uma olhada em vários alvos na nossa “comunidade”. Na linha de comando digite o seguinte: (substituindo por um endereço válido de sua preferência é claro):
    Citando:

    nmap -sT -O 206.212.15.0-50

    O que isso faz é instruir o nmap para escanear cada host entre o endereço de IP 206.212.15.0 e 206.212.15.50. Se por acasao você obter muitos resultados interssantes desta ou de maior escala, então você sempre pode encaminhar a saída para um arquivo que possa ser lido pelo homem ou para um arquivo que possa ser análizado pela máquina para futuras referências usando a seguinte opção:

    Para criar um arquivo de saída que possa ser lido pelos olhos humanos adicione o comando -oN dentro de sua string do nmap, você irá ver algo similar à isto:
    Citando:

    nmap -sT -O -oN exemplo.txt 206.212.15.0-50

    Prefere um arquivo para a leitura de máquina? Adicione -oM para direcionar a saída para um arquivo que possa ser lido pela máquina:
    Citando:

    nmap -sT -O -oM exemplo.txt 206.212.15.0-50

    *Antes, quanto eu estava gravando todas as opções do nmap, eu executei meu primeiro scanner de grande escala contra 250 máquina consecutivas usando um endereço qualquer (nmap -sX -O -oN exemplo.txt XXX.XXX.XXX.0-250). Para minha grande surpresa eu me vi frente à 250 máquinas ativas com Linux. Outra razão por que os entusiastas do Linux NUNCA ficarão entediados.

    -I Esta é uma chamada bem pequena que ativa a opçao de scanner para inversão de ident TCP do nmap. Isso divulga informações que nos mostra o username que é dono dos processos ativos. Vamos dar uma olhada (Note que o host deve estar rodando o identd). Na linha de comando executa este comando contra o seu alvo, no caso, nosso Eva, rodando Linux:

    -iR Use este comando para instruir o nmap para escanear hosts aleatórios para você.
    -p A opção de alcance de porta permite que você escolha que portas o nmap irá escanear.
    -v Use a opcao de verbosidade para mostrar mais dados de saída. Use duas vezes ( -v -v ) para uma verbosidade máxima.
    -h Mostra na tela uma referência rápida sobre as chamadas do Nmap

    Juntando Tudo

    Agora que nós já vimos os três usos básicos do nmap e algumas outras opções, vamos misturar um pouco:
    Citando:

    nmap -v -v -sS -O 209.212.53.50-100

    Isso instrui o nmap para usar o máximo de verbosidade possível para rodar um scanner silencioso e detecção de SO contra todas as máquina cujos IPs vão de 209.212.53.50 até 209.212.53.100. Este comando também requer privilégios de root devido às opções -sS e -O. É claro que isso irá mostrar uma quantidade de dados muito extensa, então, vamos logar nossos resultados dentro de um arquivo de leitura comum para futuras referências:
    Citando:

    nmap -v -v -sS -O -oN exemplo.txt 209.212.53.50-10

    Agora vamos fazer o nmap executar um scanner silencioso e instruí-lo para procurar apenas por máquinas oferecendo serviços http e ftp entre os endereços 209.212.53.50 e 209.212.53.100. Novamente nós iremos logar a saída (Eu sou louco por logs) para futura referência dentro de um arquivo de leitura comum chamdo called ftphttpscan.txt:
    Citando:

    nmap -sS -p 23,80 -oN ftphttpscan.txt 209.212.53.50-100

    Lembra-se da opção -iR mensionada anteriormente? Vamos usá-la para fazer uma busca aleátoria pela Internet por servidores web usando o mesmo exemplo que está no manual online do nmap::
    Citando:

    nmap -sS -iR -p 80

    Último, porém não menos importante, enquanto juntamos informações, não esqueça de executar o nmap em você mesmo. Apenas digite o comando : nmap 127.0.0.1 Isso é especialmente útil e recomendado se você é novo no Linux e está conectado à Internet via DSL ou internet via cabo.
    Fonte: CentOsBR – Autor: Ermerson Millnitz

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    Firefox 3

    Publicado por Daniel Carraro Tomasini em Junho 17, 2008

    Saiu o Firefox 3!

    Você está pronto para fazer parte da história? Você está pronto para estabelecer um recorde mundial? Hoje é o Download Day. Para fazer parte oficialmente do recorde mundial do Guinness, você deve baixar o Firefox 3 até às 17:00 UTC do dia 18 de Junho de 2008, ou aproximadamente 24h a partir de agora.
    Mapa dos participantes do Download Day

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    Por dentro do login no Linux

    Publicado por Daniel Carraro Tomasini em Junho 10, 2008

    Quando executamos o login no linux, várias medidas de segurança são executadas antes de permitir o acesso. Estas medidas podem variar de distribuição para distribuição, mas geralmente são as mesmas.
    Login: segundo a documentação Linux é um programa usado para estabelecer uma nova sessão com o sistema. Este programa executa vários checagens antes de permitir acesso mostrarei eles passo a passo.

    Primeiro, o login irá verificar se existe o arquivo /etc/nologin este arquivo sinaliza que somente o usuário root pode logar no sistema. Este arquivo é criado quando desligamos a máquina com o comando shutdown. Então quando existir o arquivo /etc/nologin o login irá falhar e o conteúdo do arquivo será mostrado no prompt, somente será aceito que o root faça o login. Exemplo:

    1. vim /etc/nologin
    2. Sistema em manutenção tente a partir das 17:00hs
    3. Login localhost: marlon
    4. Sistema em manutenção tente a partir das 17:00hs
    5. Senha:
    6. Login incorrect
    7. Login localhost:root
    8. Sistema em manutenção tente a partir das 17:00hs
    9. Senha:
    10. localhost ~ #
    vim /etc/nologin
    Sistema em manutenção tente a partir das 17:00hs
    
    Login localhost: marlon
    Sistema em manutenção tente a partir das 17:00hs
    
    Senha:
    
    Login incorrect
    Login localhost:root
    Sistema em manutenção tente a partir das 17:00hs
    Senha:
    localhost ~ #

    Segundo, verificar a existência de alguma restrição nos arquivos /etc/usertty e /etc/securetty estes arquivos definem em qual TTY(terminal), pode ser feito o login por usuário ou root respectivamente.
    Exemplo:

    1. vim /etc/securetty
    2. console
    3. tty0
    4. tty1
    5. tty2
    6. tty3
    7. :q
    vim /etc/securetty
    console
    tty0
    tty1
    tty2
    tty3
    :q

    Caso seja necessário proibir que o root faça login em algum dos terminais listados no arquivo, somente coloque # na frente do terminal, comentando a linha.

    Após a verificação do password e restrições mostradas acima o login armazena no arquivo /var/log/lastlog o horário que foi executado o login, criando uma entrada no arquivo /var/run/utmp e indicando que o login foi executado com sucesso.

    Terceiro, verifica a existência do arquivo .hushlogin dentro do diretório /home do usuário. Caso exista o login será silencioso, não haverá nenhuma mensagem; caso contrário uma seqüência de eventos ocorrerá. As informações serão mostradas ao usuário no terminal, por exemplo informações sobre direitos autorais, seguidas pela mensagem do dia geralmente armazenada no arquivo /etc/motd e por fim a data do último login e sua origem. Mas se você não quiser receber este ruído simplesmente execute o seguinte comando:

    touch ~/.hushlogin

    Finalmente, se todas as checagem passaram e as restrições foram executadas,o login inicia um shell. Este depende das informações contidas no arquivo (/etc/passwd,NIS,LDAP). O shell possui a opção de ajuste para ser não interativo . Este diretiva geralmente é configurada para usuário de email e ftp, com a opção /bin/true ou /bin/false, que informa se o usuário poderá ou não ter acesso ao shell.

    Fonte: petryx.blogrs.com.br

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    Man pages em português

    Publicado por Daniel Carraro Tomasini em Junho 6, 2008

    Um outro recurso muito legal que o Linux nos disponibiliza e é de grande auxilio aos usuários são as man pages.

    Só que as mesmas se encontram em inglês, mas como os usuários sempre contribuem, hoje já possui tradução para pt_BR de uma boa parte deste recurso.

    Então para todos os usuários .deb deixo esta dica. Para instalar as man pages em português segue o comando:

    # aptitude install manpages-pt
    # aptitude install manpages-pt-dev

    Este é um recurso que sempre me ajudou muito, e ajudou muito mais em português.

    Mais informações:

    $ man page

    Fonte: Viva o Linux – Autor: Fabio Maran

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    Desktop enhancement – Screenlets

    Publicado por Daniel Carraro Tomasini em Junho 6, 2008

    O Screenlets um aplicativo que está a pleno vapor, escrito em Python e a cada dia aparece mais widgets. O Screenlets pode trabalhar idêntico ao Gdesklets, os widgets do Mac ou como os gadgets do Vista, através do compiz.

    Para instalar digite no terminal:
    sudo apt-get install screenlets

    Para iniciar pressione Alt + F2 e digite:
    screenletsd

    ou então clique em Sistemas > Preferências > Screenlets

    Ao abri-lo o screenlets terá seu ícone na área de notificação (no formato de um desktop), clique com o botão esquerdo para abrir o Screenlets Manager.

    O que estou utilizando mais no momento é o Rádio com várias opções de rádios online.

    Créditos para Ubuntu Dicas, Footprints of Trex e Dicas de Nerd.

    Fonte: laudecioliveira.org/blog

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    Livro Redes e Servidores Linux do Carlos Morimoto

    Publicado por Daniel Carraro Tomasini em Junho 5, 2008

    E aí tchê! estava dando umas voltas na web e passando pelo site Guia do Hardware me deparo com algo interessante. O Carlos Morimoto está disponibilizando o seu livro Redes e Servidores Linux 2ª Edição, muito bom livro, comprei a algum tempo atrás, me ajudou muito e continua me ajudando.

    Bom, quem quiser dar uma conferida eis o link: livro Redes e Servidores Linux 2ª Edição

    Valew e até a próxima!

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    Ubuntu Perfeito – versão 8.04

    Publicado por Daniel Carraro Tomasini em Junho 5, 2008

    Essa é uma nova compilação do Ubuntu Perfeito para ser funcional apenas no Ubuntu Hardy Heron 8.04. A intenção deste guia é deixar o Ubuntu/GNOME perfeito para um uso genérico, isto é, perfeito para usa-lo como desktop no trabalho e também em casa. A situação atual do mundo é manifestada por pessoas que querem usar seu computador genericamente, isto é, em casa tem de estar preparado para tocar vários formatos de audio/video, programas para internet, utilitários importantes e personalizações e no trabalho estar preparado para editoração de documentos, compilação, virtualização, compartilhamento e uma série de outras tarefas. Este guia poderá ser seguido também por outras distribuições, especialmente as baseadas em debian.

    Podem faltar opções neste guia que você julgue imprescindíveis, não obstante, a intenção não é instalar tudo ou ter um guia perfeito para todos, e sim apenas incluir personalizações mínimas pós-instalação e depois você incluirá aquilo que ainda lhe falte.

    Ao completar a instalação do Ubuntu, eu sigo estes passos :

    1) Abra o terminal do gnome como `root`, dê um ALT+F2 e execute “gksu gnome-terminal”.

    2) Expandindo a lista de repositórios

    Carregue o synaptic, vá em Sistema->Administração->Gerenciador de Pacotes Synaptic. Dentro do Synaptic acesse o menu Configurações->Repositórios, na guia “Programas do Ubuntu” deixe marcados os seguintes repositórios acessados pela internet :

    • programa de código aberto mantido pela canonical (main)
    • programa de código aberto mantido pela comunidade (universe)
    • controladores proprietarios para dispositivos (restricted)
    • softwares restrito por copyright ou problemas legais (multiverse)

    Isso irá atualizar a base de dados com uma nova relação de programas disponíveis.

    3) Desabilitando suporte ao IP v6 (opcional)

    O Ubuntu já vem pré-configurado para usar IP v6, no entanto, algumas pessoas tem se queixado de mal funcionamento da rede ou simplesmente perda de performance. Eu não sei responder se isto esta certo ou não, só sei que muitos de nós não usamos ipv6, então não fará diferença se a desabilitarmos. Para desabilitar o suporte ao IP v6 :

    Dê um ALT+F2 e execute “gksu gedit /etc/modprobe.d/aliases”

    procure pela linha :

    alias net-pf-10 ipv6

    e troque por essas duas linhas :

    #alias net-pf-10 ipv6

    alias net-pf-10 off

    Salve o arquivo e saia do Editor. Pronto !

    Essa sugestão foi aceita de Sérgio Luiz Araújo Silva (http://vivaotux.blogspot.com/).

    4) Aumentando a vida útil do HD

    Se voce está usando um notebook, eu recomendo fortemente que voce leia este artigo :

    http://alexblog.eeol.org/linux/aumentando-a-vida-util-dos-hds/

    Ocorre que o Linux usa parametros delineado pelos fabricantes para gerenciamento de energia, no entanto, tais especificações diminuem drasticamente a vida útil dos HDs. Mesmo quem não use um notebook, mas tenha o gerenciamento de energia habilitado em seu PC voce deve ler o artigo e observar se aplica-se ao seu caso.

    5) Vá em Sistema->Administração->Gerenciador de drivers restritos, e…

    Habilite todos os drivers que não estiverem ainda habilitados, no meu caso, aparece na relação a placa de video NVIDIA que quando habilitada dará suporte ao compiz, não sei se isso ocorre com INTEL/ATI :
    Habilitando os drivers restritos no Ubuntu Gutsy

    6) Habilitar o “compositing” nativo do Metacity ?

    O gerenciador de janelas metacity no Ubuntu Hardy Heron tem suporte a composite nativo, não é necessário usar o compiz para obter os efeitos de transparencia e sombra. Claro que possuir aceleração gráfica ajuda, pois sem ela, a aceleração por software vai diminuir o desempenho geral do GNOME. Talvez por essa razão o “compositing” é desligado por padrão. Mas voce pode liga-lo executando o comando :

    gconftool-2 –type bool –set “/apps/metacity/general/compositing_manager” “true”

    Faça um teste com programas que realmente necessitam de compositing, por exemplo, o cairo-dock. Se o compositing não estiver funcionando notará um fundo preto ao redor do aplicativo.

    Após todos os procedimentos anteriores, um reboot é recomendado.

    7) Idiomas : Inglês, Português ou ambos ?

    No Ubuntu, mesmo que voce defina desde a instalação em português ele sempre adiciona o idioma inglês e parcialmente o português. Por essa razão, após completar a instalação tenho que corrigir completando a instalação do idioma português e no meu caso removendo o idioma inglês de uma vez por todas. Porque eu removo o idioma inglês ? Para economizar downloads, pois se voce manter ambos os idiomas voce terá atualizações em inglês e simultaneamente em português. Se voce também quer ecnomizar nas atualizações e não tem nenhum desejo de manter instalado o idioma em inglês então siga os procedimentos :

    Acesse o menu Sistemas->Administração->Suporte a idiomas :

    Sistemas->Administração->Suporte a idiomas

    A seguir, desmarque o idioma inglês ou caso voce queira mante-lo confira se há um “Check” pois em algumas instalações o idioma inglês pode ser exibido com um traço “-” indicando instalação parcial :

    Removendo o idioma ‘inglês’

    Após o passo anterior, apenas marque o idioma “português” e mais uma vez confira se está com um “Check” pois o traço “-” indica instalação parcial :

    Completando o idioma ‘português’.

    Em idioma padrão confira se está selecionado o seu idioma preferido.

    Depois de ter conferido as opções acima é hora de clicar em OK e esperar pela remoção/acrescimo de idiomas. Após esta operação finalizar, voce será questionado se deseja reiniciar o sistema, responda “Sim”, pois é uma boa hora para conferir se o idioma está completo desde a tela de login.

    8) Indexar ou não indexar, eis a questão

    O indexador de arquivos do Ubuntu é uma benção e uma maldição, na maior parte das vezes é uma benção, pois ele indexa emails, fotos, documentos e tudo que houver no seu computador formando um banco de dados. Quando você necessita recuperar algum documento/foto/filme/etc… que foi perdido, o indexador de arquivos é um benção, pois de forma rápida voce localiza seus documentos. Então quando ele é uma maldição ? O indexador rouba recursos preciosos de processamento para pegar todo novo arquivo ou arquivos modificados/excluídos e sincroniza essas movimentações com o seu banco de dados. Apenas o processo inicial é geralmente demorado, as atualizações posteriores geralmente são suaves é raramente é perceptivel ao usuário de computador. Mesmo assim, manter o indexador consome memória e recursos de processamento. Pessoas organizadas que costumam de ter algum senso de lógica ao armazenar arquivos e raramente precisam desse tipo de pesquisa.
    E então manter o indexador ou não ? Voce tem de ponderar se sua máquina é suficiente para este tipo de serviço, não me refiro a ter uma super-máquina, máquinas modestas servem, mas lembre-se de que é preciso ter memória e ter um usuário bem desorganizado para compensar habilitar o serviço :)
    Por padrão, no Hardy Heron o serviço de indexação está desativado.
    Para ativar ou desativar este serviço é simples, acesse o menu do GNOME->Sistema->Preferencias->Pesquisa e Indexação :

    Na tela acima, voce apenas liga ou desliga as opções :

      Habilitar indexação
      Habilitar monitoramento

    E terá ou não a indexação de arquivos. Existem opções mais finas que podem causar um aprimoramento deste recurso, por exemplo, especificar as pastas que devem ser indexadas ou quais devem ser ignoradas, indexar emails do evolution e/ou thunderbird e coisas assim. Veja por exemplo a guia “Arquivos” :

    Enfim, mesmo que voce seja organizado, com ajustes finos poderá aproveitar-se do sistema de pesquisa de arquivos e da velocidade.

    Após todos os procedimentos anteriores, um reboot é recomendado.

    9) Após o boot e login inicial, dê um ALT+F2 e execute “gksu gnome-terminal”.

    Isso fará com que os procedimentos a seguir não necessitem mais do sudo. Alguns comandos a seguir podem até usar o sudo na frente do nome, porque afinal de contas este artigo é a reunião de outros artigos publicados, mas você pode desconsiderar o ’sudo’ enquanto estiver com o “gksu gnome-terminal” aberto.

    10) [OPCIONAL] Instalação de alguns componentes do compiz

    Execute no terminal :

    sudo apt-get install compizconfig-settings-manager gnome-art usplash startupmanager

    Agora vá em Sistemas->Preferências->Advanced Desktop Effects Settings e isso fará surgir o CCSM (Sistema de Configuração do Compiz) e alguns ajustes serão importantes :

    10.1) Procure e clique em General Options (opções gerais), vá até a guia Desktop Size e mude a opção Tamanho Virtual Horizontal de 2 (padrão) para 4. Isso fará com que o Cubo possa ser representado por 4 lados. Feito isso então clique no botão Voltar, a sua esquerda :

    desktop-perfeito-ccsm-general.png

    10.2) Ainda no CCSM, apenas habilite os seguintes plugins :

    Na seção “Acessibility”, ative os plugins :

    • Zoom Melhorado, muito bom para dar zoom na tela.

    Na seção “Desktop”, ative os plugins :

    • Alternador de Viewport
    • Cubo da Área de Trabalho (isso irá desativar o plugin Muro das Áreas de Trabalho)
    • Expo
    • Girar o Cubo

    Na seção “Effects”, ative os plugins :

    • Animações (dentro dele faça a escolha dos eventos e suas respectivas animações)
    • Decoração da Janela
    • Efeito Aquatico (após habilitação poderá ser visto com ALT+F9)
    • Janelas esmaecidas
    • Janelas instáveis
    • Reflexão do Cubo

    Na seção “Image Loading”, habilite todos os plugins (JPEG, Png, SVG e Texto)

    Na seção “Utility”, habilite as opções :

    • Coberturas Cubo
    • Correções
    • DBus
    • Informação do Redimencionamento
    • Regex Matching
    • Video Playback

    Na seção “Window Management”, ative os plugins :

    • Ações Extras do gestor de janelas
    • Agrupar e criar tabs de Janelas (muito eficiente para quem usa o gimp e vários desenhos abertos)
    • Alternador Shift, dentro desse plugin mude o modo alternador de capas para flip.
    • Alternador de aplicativos
    • Colocar Janelas
    • Dimencionar
    • Mover janela

    Na seção “Sem Categoria”, ative os plugins :

    • Redimensionar Janela

    Os demais plugin devem ser desativados, especialmente o plugin Janelas Atraídas que causa uma tremedeira quando voce arrasta uma janela onde as bordas das janelas alcançam os limites de tela.

    Skydome

    Skydome são papeis de parede que só aparecem em algumas animações do compiz, por exemplo, ao girar o cubo.

    Acesse essa página :

    http://www.noersville.yw.sk/skydomes/games/doom3/D3_DELTA_PORTAL.png

    Esse é um Skydome animado, qual a diferença ? O Skydome animado contém uma imagem no formato panoramico (WideScreen) e serve para quando você girar o cubo a imagem skydome deslocar também, um efeito muito bonito. Enquanto o skydome normal a imagem permanece estática. Salve a imagem acima numa pasta de fácil localização.

    Agora vá no menu do GNOME em Sistema->Preferência->Aparência, escolha a guia Efeitos Visuais, então clique no botão Preferências GTK. Esse procedimento novamente carregará o CCSM, clique em Cubo da Área de Trabalho e depois selecione a guia “Apperance”. Lá em baixo voce encontrará a sessão Skydome, abra-a e então :

    Skydome -> mantenha habilitado

    Imagem do Skydome -> clique no botão ao lado e selecione o arquivo D3_DELTA_PORTAL.png

    Animar Skydome -> mantenha ligado

    Ainda há algumas opções de transparencias, mas vou deixar que voce consiga encontra-la.

    Clique no botão Voltar e feche o CCSM.

    Para testar segure a tecla CTRL+ALT+Botao esquerdo do mouse e movimente o mouse para os lados.

    Esse é apenas um aspecto do compiz pouco divulgado, ainda há outros como por exemplo configurar as imagens que tampam o cubo (cups) . Um recurso interessante é instalar o plugin rain e fazer chover na área do seu desktop, só que nesse caso você escolhe os sprites que pretende usar, dessa forma voce pode fazer chover pingos dagua, oras trovões, oras nevar, oras folhas de árvores, cada uma dessas possibilitando sprites diferentes combinadas entre si, enfim as possibilidades são muitas. Vou guardar este recurso para quando chegar dezembro e querer fazer nevar na minha tela. :)

    Pronto, Compiz-reconfigurado !

    11) Atualize os temas do OpenOffice 2.4

    Sabia que o OpenOffice possui outras aparencias ? Sim, basta instalar esses pacotes :

    sudo apt-get install -y openoffice.org-style-andromeda \
    openoffice.org-style-crystal \
    openoffice.org-style-human \
    openoffice.org-style-industrial \
    openoffice.org-style-tango

    Como mudar o tema do OpenOffice ?
    Em qualquer aplicativo do OpenOffice, vá no menu Ferramentas->Opções e acesse a guia [Exibir], em “Tamanho e estilo de ícone” voce poderá trocar a temática :
    tema para o openoffice

    Por que fazer isso ? Porque se mais tarde voce mudar o tema padrão do Ubuntu – e voce vai querer fazer isso – poderá notar que o tema padrão do OpenOffice não combinará.

    12) Ferramentas de programação básicas

    Execute no terminal :

    sudo apt-get -y install module-assistant debhelper dpkg-dev gettext \
    html2text intltool-debian patch po-debconf dh-make debian-keyring build-essential

    Ainda mais programas :

    sudo apt-get -y install automake autoconf autotools-dev m4 libtool

    13) Instalando um gerenciador de área de clipboard

    É muito ruim você ser surpreendido por um CTRL+V que foi perdido ou substituído por outro. Por isso é sempre recomendável que voce instale um gerenciador de area de clipboard. Devido à sua importância, eu não entendo porque um gerenciador destes não é instalado por padrão no GNOME, enfim, o programa usado para essa tarefa é o glipper, mas ele tá muito bugado no Hardy Heron. Portanto, passaremos a usare o Parcellite que tem as mesmas funções, execute no terminal :

    sudo apt-get -y install parcellite

    O parcellite irá iniciar-se automaticamente na bandeja do GNOME, claro que só fará isso quando voce refizer o login de sua sessão.

    14) Instalando compactadores e descompactadores

    É muito ruim você ser surpreendido por um usuário daquele outro sistema operacional por não estar conseguindo descompactar um tipo de arquivo, é vital gerenciar todo o tipo de arquivo e com arquivos compactados é perda de tempo ter que instala-los sob demanda, pois você pode ser surpreendido num momento onde a internet pode estar indisponível para completar sua instalação. Portanto, execute no terminal :

    sudo apt-get -y install unace rar unrar zip unzip p7zip-full p7zip-rar \
      sharutils aish uudeview mpack lha arj cabextract file-roller

    15) Instalando mais tipos de fontes para serem usadas em documentos

    Estou incluindo uma vasta lista, porém você não precisa de todos estes, uma pessoa mais técnica instalaria apenas as que fossem provável ele utilizar :

    Criando um diretório que sempre é referido no xorg.conf, mas que nunca foi criado pela distro :

    sudo mkdir -p /usr/lib/X11/fonts/Type1

    Instalando fontes conhecidas do mundo mswindows :

    sudo apt-get -y install msttcorefonts

    Instalando novas fontes do mundo Linux :

    sudo apt-get -y install ttf-larabie-straight ttf-larabie-deco \
      mplayer-fonts xfonts-terminus-dos xfonts-terminus \
      xfonts-terminus-oblique xfonts-mona tv-fonts ttf-tuffy ttf-sjfonts \
      ttf-sil-padauk ttf-sil-ezra ttf-paktype ttf-georgewilliams \
      ttf-fifthhorseman-dkg-handwriting ttf-farsiweb \
      ttf-essays1743 fonty ttf-opensymbol ttf-nafees ttf-mgopen ttf-gentium \
      ttf-freefont ttf-dustin ttf-devanagari-fonts ttf-dejavu-extra \
      ttf-dejavu-core ttf-dejavu ttf-bpg-georgian-fonts ttf-bitstream-vera ttf-alee

    Instruções para instalar mais fontes você encontrará também nesses links :

    http://ubuntuforum-br.org/index.php/topic,25857.msg147389.html#msg147389

    http://www.programaslivres.net/2007/12/20/instalar-liberation-fonts-de-forma-facil

    A instalação das badaladas “Liberation Fonts” é realmente fácil, basta executar :

    sudo apt-get -y install ttf-liberation

    16) Fontes exibidas na tela estão ruins ?

    Após ter instalado todas as fontes é possivel que elas aparecem com uma resolução muito ruim na sua tela, isso pode indicar que a renderização das fontes está mal-selecionada. Para corrigir este problema vá no menu do sistema->preferencias->aparencia, selecione a guia “Fontes”. A seguir selecione a opção que se adequa mais ao seu caso :

    Forma ou renderização das fontes

    No caso de monitores LCD, voce pode notar que há uma opção específica.

    17) Multimidia

    Para ter o Ubuntu como uma plataforma de multimidia, isto é, tocando todos os formatos de audio e video, é preciso instalar os codecs mais conhecidos (ou quase todos). Vamos começar instalando os codecs que já possuimos no repositório, execute no terminal :

    17.1) Pacotes comuns que devem ser instalados :

    sudo apt-get -y install mpeg2dec a52dec vorbis-tools id3v2 mpg321 mpg123 \
           libflac++6 ffmpeg \
           cdda2wav toolame libmp4v2-0 totem-mozilla \
           libmjpegtools0c2a tagtool easytag id3tool \
           lame lame-extras nautilus-script-audio-convert \
           mozilla-helix-player  helix-player libsnack2 \
           libmad0 libjpeg-progs libmpcdec3 libquicktime1 \
           flac faac faad sox toolame  a52dec ffmpeg2theora \
           libmpeg2-4 uudeview flac  libmpeg3-1 mpeg3-utils mpegdemux

    17.2) Codecs para o backend gstreammer 0.10

    sudo apt-get install -y gstreamer0.10-ffmpeg gstreamer0.10-fluendo-mp3 \
      gstreamer0.10-fluendo-mpegdemux  \
      gstreamer0.10-gnonlin gstreamer0.10-pitfdll \
      gstreamer0.10-plugins-bad gstreamer0.10-plugins-farsight \
      gstreamer0.10-plugins-ugly gstreamer0.10-sdl \
      gstreamer0.10-plugins-bad-multiverse gstreamer0.10-schroedinger \
      gstreamer0.10-plugins-ugly-multiverse totem-gstreamer

    17.3) mais programas para o gstreamer (opcional)

    sudo apt-get -y install gstreamer-dbus-media-service gstreamer-tools

    17.4) Suporte ao formato flash da Macromedia

    sudo mkdir -p /usr/lib/X11/fonts/Type1

    sudo apt-get -y install gsfonts gsfonts-x11

    sudo apt-get -y install flashplugin-nonfree

    Depois de algum tempo usando o flash proprietário da Macromedia é possivel observar que ele é o causador de algumas travadas aleatórias do Firefox, geralmente com muitas abas/guias abertas simultaneamente exibindo flashes. Tão logo o suporte GNU esteja 100% completo, quero me ver livre do mal necessário do ‘flashplugin-nonfree’.

    17.5) Suporte ao formato flash da GNU

    sudo apt-get -y remove flashplugin-nonfree
    sudo apt-get -y install gsfonts gsfonts-x11 gnash mozilla-plugin-gnash

    17.6) Instalando o tocador VLC+plugins (ótimo para dvix e dvd)

    sudo apt-get -y install  vlc vlc-nox vlc-plugin-alsa vlc-plugin-sdl vlc-plugin-svgalib

    17.7) Instalando o tocador aviplayer+plugin (eu não gosto, mas outros acham o máximo)

    sudo apt-get -y install avifile-player avifile-utils avifile-mad-plugin avifile-mjpeg-plugin \
    avifile-vorbis-plugin avifile-win32-plugin avifile-xvid-plugin \
    avifile-win32-plugin avifile-divx-plugin avifile-utils \
    avifile-xvid-plugin avifile-divx-plugin xvid4conf \
    avifile-mjpeg-plugin avifile-vorbis-plugin avifile-mad-plugin

    17.8) Instalando o tocador/backend MPlayer (meu preferido)

    sudo apt-get -y install mplayer mplayer-fonts mplayer-skins mencoder

    Antes de tocar algo no mplayer, faça ajustes na configuração dele, clique com o botão direito sobre a tela de exibição e escolha “Preferências”, na guia “Video” o driver mais coerente para quem usa uma placa NVIDIA é “gl2″. Também na guia “Fonts”, o ideal é usar o encoding Western European Languages (ISO-8859-1) por causa da maioria dos formatos de legendas encontrados na internet :

    Ajustando o Mplayer na guia “Video”Ajustando o Mplayer na guia “Fonts”

    17.9) Instalando o tocador/backend XINE (outro concorrente de peso)

    sudo apt-get -y install xine-ui gxine libxine1-plugins libxine1-ffmpeg libxine1-gnome

    17.10) Escolha o backend que voce usará para tocar formatos multimidia usando o totem :

    Totem é o tocador padrão do GNOME, ele é muito bom, mas é apenas um frontend, isto é, uma interface para interagir com o usuário. A tarefa grossa de codificar/decodificar os vários formatos fica por conta de um backend. Existem duas opções de backends disponíveis : gstreammer (padrao) ou xine. Antes havia uma terceira opção usando o mplayer, mas esta opção desapareceu misteriosamente no Ubuntu Gutsy :

    Se voce prefere que o Totem use o XINE como backend :

    sudo apt-get -y install totem-xine  (totem-gstreamer será removido)

    Se voce prefere o Totem usando gstreammer :

    sudo apt-get -y install totem-gstreamer (totem-xine será removido)

    Escolha apenas um dos backends acima, não tente instalar ambos.
    Se você quer um bônus para o totem, instale também os plugins para ele :

    sudo apt-get -y install  totem-plugins totem-plugins-extra

    17.11) Ativando o plugin “Navegador do YouTube” no Totem :
    Usando o Ubuntu 8.04 Hardy Heron temos a grata surpresa dum Plugin para Navegar no YouTube, sua ativação é fácil, carregue o Totem, acesse o Menu Editar->Plugins e ative o plugin “Navegador do YouTube” :
    Ativando o plugin Youtube no Totem
    Claro que a ativação do plugin para YouTube, só se faz necessário mesmo para os amantes do YouTube ou para aqueles que não agüentam mais usar a dobradinha FF3+YouTube.

    17.12) Escolha do backend que será usado ao tocar formatos multimédia via browser (firefox) :

    Primeiro remova o backend que voce estava usando, como não sei qual era, então desinstalo todos que conheço :

    sudo apt-get -y remove totem-mozilla mozilla-mplayer xine-plugin gxineplugin mozilla-plugin-vlc

    Após isso, instalo uma das opções :

    Totem (padrao, falha muitas vezes, globo.com nem pensar) :

    sudo apt-get -y install totem-mozilla

    MPlayer (meu preferido, toca audio/video sob streamming como o globo.com) :

    sudo apt-get -y install mozilla-mplayer

    Xine :

    sudo apt-get -y install xine-plugin gxineplugin

    VLC :

    sudo apt-get -y install mozilla-plugin-vlc

    Alerta : Não tente instalar todos acima, pois não funcionará.

    17.13) Caso tenha escolhido o mozilla-mplayer para tocar seus videos na internet

    Acesse alguma página que conhenha videos, eu recomendo o globo.com.

    Quando estiver tocando o video, voce poderá fazer alguns ajustes, clique com o botão direito e escolha “Configurar” :

    Configurando o mozilla-mplayer

    Após isso, uma janela de ajustes será apresentada :

    Configurando o mozilla-mplayer, tela de ajustes

    As opções são básicas, porém importantes :

    Saída de Video : Use “g” somente se está usando alguma placa de video com a aceleração habilitada, caso contrário opte por “x11″.

    Saída de Audio : Use “alsa”

    Salvar em : Qualquer pasta onde gostaria de salvar seus vídeos.

    Existem outras dezenas de opções, mas as opções acima serão suficientes. Se apesar dos ajustes acima, voce ainda não estiver ouvindo som, provavelmente é um problema com o seu mixer que está impedindo a saída de som. Se ainda não estiver saindo videos, nesse caso o problema são os codecs, eles podem estar instalados, porém dependendo da combinação com outros pacotes podem deixar de funcionar, é por exemplo, o caso de alguns que instalaram o mplayer, mas depois instalaram o xine, mas os codecs eram para o mplayer, essa “mistureba” as vezes é sinal de encrenca.

    17.14) Não recomendando : RealPlayer (.rmvb)

    Sim, o formato .rmvb pode ser tocado diretamente pelo mplayer, no entanto alguns preferem toca-los diretamente no realplayer. Até a versão do Ubuntu Dapper, a Canonical mantinha-o no repositório “comercial”, atualmente o repositório comercial não conta mais com ele. Minha recomendação é não instalar o RealPlayer, o mplayer toca muito bem o formato RMVB. Mas se voce quer insistir então descarregue-o diretamente do sítio Real.com, eis um caminho simples :

    a) Vá até a página “http://www.real.com/linux” e baixe a versão mais recente cujo nome “atual” é RealPlayer10GOLD.bin, salve-o numa pasta que voce venha a recordar o local.

    b) Abra um Terminal e execute nele :

    sudo apt-get install libstdc++5
    sudo chmod a+x /onde/voce/baixou/RealPlayer10GOLD.bin
    sudo /onde/voce/baixou/RealPlayer10GOLD.bin

    O procedimento de instalação é rápido e descomplicado, mas ter que instalar uma biblioteca de retro-compatibilidade ‘libstdc++5′ só para usar um aplicativo que tem pouco a oferecer é o fim da picada.

    A seguir você já poderá ver o realplayer em Aplicações->Som e Video->RealPlayer 10.

    17.15) Codecs proprietários e protegidos :

    a) Agora vamos instalar aqueles codecs que são considerados proibidos em alguns países por conta de patentes de software, aqui no brasil não temos essa restrição. O pacote que será instalado a seguir também acrescenta codecs especialistas em tocar formatos especificos da plataforma windows :

    wget -vc http://www.debian-multimedia.org/pool/main/w/w32codecs/w32codecs_20071007-0.1_i386.deb
    sudo dpkg -i  w32codecs_20071007-0.1_i386.deb

    Dica : Voce pode fazer o download pelo browser e abrir o .deb com o instalador de pacotes GDebi.

    b) O dvdcss é responsável por tocar DVDs sem qualquer restrição DRM, como por exemplo, tocar DVDs de qualquer região :

    sudo apt-get install  libdvdread3
    
    sudo /usr/share/doc/libdvdread3/install-css.sh

    Ok. Parabens ! Codecs principais foram instalados e agora podemos tocar DVDs tranquilamente.

    18) Utilitários de composição de dvd/videos

    sudo apt-get -y install cdrdao vcdimager mjpegtools vcdtools transcode
    sudo apt-get -y install movixmaker-2 normalize-audio mp3gain

    19) Não recomendado : Gravação de CD/DVD com o K3B

    O Nautilus já grava nativamente CD/DVD de dados ou Audio, no entanto, faltam-lhe alguns recursos como gravação multisessão, se voce vez por outra vai querer usar multisessão ou tantas outras opções inexistentes no nautilus, recomendo instalar mais um programa de gravação de CD/DVD. Na minha modesta opnião o K3B ainda é o melhor :

    sudo apt-get -y install k3b libk3b2-mp3 k3b-i18n

    O efeito colaterial em instalar o K3B no GNOME é que muitas bibliotecas do KDE serão baixadas também.

    20) Instale o Java

    Java é requerido para rodar alguns programas populares incluindo ferramentas de programação e programas p2p. Para instalar no seu sistema :

    sudo apt-get -y install equivs ttf-sazanami-gothic ttf-sazanami-mincho
    sudo apt-get -y install sun-java6-bin sun-java6-fonts sun-java6-jre sun-java6-plugin

    Sabidamente alguns programas java simplesmente não funcionam com as animações do Compiz, você pode contornar isso modificando o arquivo de configuração /etc/enviroment, execute no terminal ou dê um ALT+F2 :

    gksu gedit /etc/environment

    e a seguir acrescente a linha no final deste :

    AWT_TOOLKIT=MToolkit

    Outra possibilidade é acrescentar a linha acima apenas nos scripts que carregam os programas Java problemáticos, mas isso só para quem já tem familiaridade com o Linux.

    21) Complementos para o Firefox indispensáveis

    Alguns complementos para o Firefox são tão importantes que simplesmente não consigo -na realidade não quero- usar o Firefox sem eles :

    Fission - Uma barra de progresso unificada com a barra de URL

    Flashblock – O único método que eu conheço para bloquear as animações em flash que flutuam na página atrapalhando a leitura.

    ScreenGrab – Este também é o único método de salvar uma página de internet em formato .png, mantendo todas as características.

    No Ubuntu Gutsy normalmente o complemento chamado “ubufox” é instalado por padrão, ele permite algumas integrações do Firefox com o Ubuntu. Se você quiser um Firefox genuíno você simplesmente desinstala este pacote, eu mantenho-o instalado porque simplesmente gostei das modificações que fizeram.

    Instalando o dicionário Português-Brasileiro para o Firefox :

    pt_BR-dicionario-dellalibera.xpi – Este é o mesmo dicionário para o BrOffice portado em forma de extensão para o Firefox, veja que se você visitar a página do dicionário português-brasil no sítio de extensões do Firefox encontrará dois idiomas português-brasil :

    Dicionário português-brasil para o FF3

    Mas reparem no tamanho, pois bem, o maior é o mesmo dicionário usado no BrOffice e que não é o padrão instalado, é considerado não-oficional, embora esteja listado alí. Um outro local alternativo para baixar este download ou procurar por novas atualizações é o sítio direto do autor :

    http://dellalibera.sourceforge.net/

    Recomendo que todos instalem o dicionário português-brasileiro.

    Algo importante de ser mencionado é que em instalações onde há mais de um dicionário instalado, é necessário ativar o português/brasil recém instalado. Para realizar essa operação, vá a qualquer página da internet que permita a entrada de dados, pode ser uma caixa de textos curtos ou textos longos, clique então com o botão direito escolha ativar a opção Verificar Ortografia, após isso repita a operação, mas escolha o item de menu Idioma->Português – Brasil como voce pode ver na figura :


    Para quem usa o Ubuntu 8.04 (Hardy Heron) :

    É recomendável instalar também estes pacotes :

    sudo apt-get -y install gecko-mediaplayer scrapbook mozilla-imagezoom

    Assim você obterá alguns plugins extras já compátiveis com o FF3. Se voce está experiementando incompatibilidades com as extensões antigas, leia este artigo entitulado “Tornando extensões para FireFox2 compátiveis com FireFox3 “na marra”.

    22) Instalando backends para uso de mapeamento de unidades de rede

    Execute no terminal :

    sudo apt-get install -y smbfs sshfs

    A seguir acrescente os logins que poderão montar unidades de rede ao grupo ‘fuse’ :

    sudo adduser [login] fuse

    Mas ainda é necessário configurar o arquivo /etc/fuse.conf para permitir que um usuário comum possa realizar mapeamento. Portanto execute no terminal ou dê um ALT+F2:

    gksu gedit /etc/fuse.conf

    e acrescente a seguinte linha no final deste arquivo :

    user_allow_other

    Agora, um usuário comum poderá realizar mapeamento de unidades remotas, seja através do fstab como também via nautilus.

    23) Frontend gráfico para cliente de FTP

    Antes eu usava o gftp como cliente de ftp no linux e o filezilla no Windows, depois que o FileZilla ganhou uma versão para Linux agora uso apenas ele para FTP, ele também serve para transferencia sshfs ou sftp, porém para este caso eu prefiro o nautilus (ssh://ou sftp://) :

    sudo apt-get -y install filezilla filezilla-locales

    As vantagens do FileZilla :

    • Fácil de usar
    • Suporta FTP, FTP sobre SSL/TLS (FTPS) e SSH File Transfer Protocol (SFTP)
    • Multiplataforma, suporta Windows, Linux, *BSD, OSX e alguns outros.
    • Muitos idiomas suportados, incluindo o português-brasil.
    • Suporta recuperação (resume) e transferencia de arquivos maiores que 4GB
    • Poderoso para administrar sítios e transferencia de arquivos baseado em filas
    • Suporte a Arrastar e Soltar (Drag & drop)
    • Limites de velocidade configurável
    • Filtros em nomes de arquivos
    • Assistentes para configuração de rede

    Para quem utiliza o Ubuntu 8.04 (Hardy Heron) o ftp/sftp pode ser usado diretamente no nautilus usando como url : ftp://usuario:senha@servidor:/pasta/a/ser/acessada, idem para sftp. Ganhou recursos novos que o tornam um competidor de peso que já poderia servir de um bom cliente de ftp.

    24) Cliente de BitTorrent

    O cliente de bittorrent transmission é muito bom, mas tem poucos recursos em comparação com o ‘deluge’, se voce quiser saber o porquê então experimente também :

    sudo apt-get -y install deluge-torrent

    Se voce usa um roteador (eu uso em casa um DLink DI-524) é obrigatório rotear as portas usadas pelo deluge para o ip de sua máquina.

    25) Mensageiro instantâneo Pidgin (ex-Gaim)

    O pidgin é instalado por padrão e é bom para quem não deseja usar a webcam, porém com alguns plugins habilitados fica melhor ainda :

    sudo apt-get install -y pidgin-extprefs pidgin-guifications pidgin-libnotify pidgin-plugin-pack

    Carregue o pidgin e configure sua primeira conta, na tela principal do Pidgin vá em Ferramentas->Plugins e habilite estes plugins :
    Gestor do Mouse – Fornece gestos ao mouse
    Historico – Mostra as conversas gravadas recentemente. Em Ferramentas->Preferencias na guia “Logs”, aopção Registrar todas as mensagens instantaneas deverá estar habilitado.
    Minimizar enquanto ausente – dispensa comentários
    Modo Psíquico - Exibe um ícone detalhando que uma mensagem do outro lado está sendo digitada
    Notificação de Mensagens – dispensa comentários
    Notificação do Status do Contato – Notifica a mudança no status de um contato (online, offline,…). É otimo quando voce precisa ser notificado que Fulano está online.
    Popups libnotify – Mostra mensagens e notificações via balões a partir da bandeja do sistema

    26) Exibindo novos ícones na área de trabalho (opcional)

    Para exibir ícones na area de desktop como “Meu Computador”, “Minha Pasta Pessoal”, “Servidores de Rede” e “Lixeira”, faça assim, dê um ALT+F2 e execute “gconf-editor” e a seguir procure por essa chave apps->nautilus->desktop e habilite as seguintes entradas conforme sua necessidade de exibir tais ícones na area de desktop :

    • Computer Icon Visible = Meu Computador
    • Home Icon Visible = Minha Pasta Pessoal
    • Network Icon Visible = Servidores de Rede
    • Trash Icon Visible = Lixeira

    27) Instalando o Cairo-Dock (requer compositing)

    O Cairo-Dock é uma dock com algumas semelhanças com o dock do Mac OSX, mas possui vários temas e plugins, onde cada combinação produz um resultado totalmente novo em suas características.

    Infelizmente não é possível instala-lo a partir de nenhum repositório. Porém, há pacotes prontos onde é mantido o projeto.

    Acesse a página : http://developer.berlios.de/project/showfiles.php?group_id=8724

    E salve os seguintes arquivos :

    cairo-dock-plug-ins_[versao]_i686-32bits.deb
    cairo-dock_[versao]_i686-32bits.deb

    No terminal, execute :

    sudo apt-get -y install libglitz-glx1 libglitz1
    cd /onde/salvei/os/pacotes/do/cairo
    sudo dpkg -i cairo-dock*.deb
    sudo apt-get install -f

    Para experimenta-lo vá ao menu do GNOME->Ferramentas do Sistema->Cairo Dock.
    Na primeira vez em que ele é carregado é mandatório a seleção de um tema, escolha “_Ubuntu_” que é mais adequado se você ainda estiver usando o tema padrão do Ubuntu. Esse tema carrega o Dock no topo, assim você teria de deslizar o painel do GNOME para baixo, mas também se não abaixar ele é completamente tangível mesmo sobreposto. A dock pode ficar em qualquer posição também, assim voce pode configura-lo para ficar embaixo. O parte mais importante é que ao selecionar um tema deixe também marcado as opções “Use the new theme’s behaviours” e “Use the new theme’s lauchers” para não manter as caracteristicas de temas anteriores :

    ubuntuparadise-cairodock-selecionar-tema.png

    Após carregar o cairo-dock, vá até a dock que estiver sendo exibida e com um clique botão-direito selecione Cairo-dock->Check Updates, depois repita a mesma operação, porém Cairo-dock->Manage Themes, é nesse momento que você selecionará a guia “Themes” e na relação de “List of themes” o tema exemplo “_MacOSX_“, deixe também marcado as opções “Use the new theme’s behaviours” e “Use the new theme’s lauchers“. Uma amostra de como ficará a dock :

    Cairo-Dock com a aparencia de MacOSX

    Para manter o Cairo-Dock carregado sempre que sua sessão do GNOME iniciar, acesse o menu do GNOME->Sistema->Preferencias->Sessões, então clique no botão “Adicionar” e preencha os campos nome, comando e comentário com cairo-dock.

    Além dos temas variados, há também muitos plugins. Um deles carrega na dock a previsão do tempo, só que para funcionar precisa especificar o código da localidade a ser observada. Como eu descubro esse código ? É simples, basta acessar o endereço : http://br.weather.com e lá procurar a cidade ou localidade desejada, se eu pesquisar por ‘São Paulo’ serei redirecionado para a página : http://br.weather.com/weather/local/BRXX0232?x=0&y=0

    O código em negrito acima é o código da localidade a ser usada para este plugin :

    No caso do plugin acima você pode ainda detalhar alguns efeitos como o “carrocel” para exibirde forma giratória as previsões futuras :

    ubuntuparadise-cairodock-exibe-previsao-carrocel.png

    Na minha opinião, cada tema do cairo-dock é mais bonito que o outro e cada um deles tem suas surpresas.

    28) Uma ajudinha para personalizar o tema padrão do Ubuntu

    O tema laranja misturado com marrom não agrada muitas pessoas, no entanto, com pouca personalização é possivel deixa-lo assim :

    Tema feito por Jozef Anon publicado na revista eletronica Full Circle #11

    Essa aparência foi feita por Jozef Anon e foi publicado na revista eletronica Full Circle #11. Isso demonstra que com um pouco de esmero por parte do usuário, o tom “Marrom” misturado com o “Laranja” pode agradar.

    Após a instalação do Ubuntu, voce pode combinar o tema padrão com o screenlets e/ou cairo-dock :

    ubuntu-screenlets.pnghamacker-desktop-ubuntu.png

    Voce também pode experimentar o tema NewWave que é um lindo tema de ícones/gtk/emerald desenvolvido por Anton Kerezov :

    29) Instalando o Google Earth

    O Google Earth é praticamente uma febre entre usuários de desktop. Existe o pacote ‘googleearth-package’ que em teoria deveria baixar o GoogleEarth e empacotar em formato .deb para distribuir e instalar, no entanto, este pacote não funciona e a instalação será manual. Se deseja tê-lo, execute no terminal :

    wget -vc http://dl.google.com/earth/client/current/GoogleEarthLinux.bin
    chmod a+x GoogleEarthLinux.bin
    sudo ./GoogleEarthLinux.bin

    O comando acima vai baixar o Google Earth para Linux e em seguida rodar o seu instalador, não se preocupe, siga as orientações na tela de instalação, mas tente instala-lo em /usr/share/google-earth, pois ele vai sugerir para você /opt/google-earth que embora não esteja errado, não é conveniente para uma distro baseada em debian.
    Pronto ! Google Earth instalado. Alguns tem relatado problemas de funcionamento do Google Earth juntamente com os efeitos do compiz, aqui usando o Ubuntu 8.04 (Hardy Heron) não pude constatar esse problema.

    30) Crie seu próprio LiveDVD

    A esta altura voce deve ter baixado muitos pacotes e seria um disperdicio enorme voce ter de (re)fazer uma nova instalação e começar a baixa-los novamente. Para que isso nunca ocorra compile seu próprio DVD baseado no que voce já tem instalado. Para isso ser necessário voce precisará do programa remastersys, veja como instala-lo, execute no terminal :
    blockquote>sudo gedit /etc/apt/sources.list

    Ao final do arquivo acrescente a seguinte linha :

    deb http://www.remastersys.klikit-linux.com/repository remastersys/

    Salve o arquivo e retorne ao terminal, e execute :

    sudo apt-get update
    sudo apt-get install remastersys

    Pronto ! O remastersys foi instalado.
    Para carregar o remastersys, vá até o menu Sistema->Administração->Remastersys Backup :
    Limpando arquivos temporarios prévios

    Antes de usar o remastersys é conveniente limpar arquivos temporários criados anteriormente por ele próprio, não é necessário faze-lo da primeira vez, mas é obrigatório nas vezes seguintes, por isso execute a opção destacada na imagem acima chamada de “Clean – Remove temporary files”.
    Depois para gerar a imagem do livecd, execute uma das opções do menu :

    • “Dist” – Como a descrição sugere, ela cria uma distribuição a partir do que você possui instalado e omite propositalmente a partição /home – Ótima para compartilhar sua distro com os amigos
    • Backup – Igual a anterior, mas também copia todos os seus dados que estiverem na partição /home

    Fazer o backup da partição /home é útil para ser usada por você em futuras reinstalações ou em LanHouses, porém é muito perigoso andar com arquivos pessoais em CD/DVD. Além disso, o tamanho da imagem será maior dependendo da quantidade de arquivos que já possui em /home, há o risco de que a imagem gerada não caiba em DVD de 4GB ou 8GB (dupla camada). Visto que o remastersys também funciona na linha de comando (veja remastersys –help), eu penso em testar a opção “backup” para fazer backup de servidores, onde normalmente há contas administrativas e contas comuns para emails/samba, etc…, pois num eventual desastre posso recuperar a parte mais básica dum servidor, deixando apenas arquivos criados posteriormente de fora que poderão ser restaurados pelo sistema de backup comum.

    Cadê o LiveDVD ?

    Após ter executado o comando remastersys com uma das opções dist/backup, o sistema irá reunir todos os arquivos necessários, inclusive instalando novos programas se precisar. Não se anime muito, pois é um processo demorado. Para gerar um livecd de 2,1GB foram quase 30 minutos. E ao final apresentará uma janela com a seguinte mensagem :
    Sucesso na geração da imagem livecd
    Essa mensagem de saudação é a indicação de que o arquivo .iso foi gerado com sucesso, a saber, ubuntu-hamacker.iso e ubuntu-hamacker.iso.md5 na pasta :

    /home/remastersys/remastersys/[nome-da-imagem].iso

    Para gravar você pode usar o próprio GNOME, use o nautilus para navegar até a pasta onde foi gravado o arquivo .iso, geralmente :

    /home/remastersys/remastersys/[nome-da-imagem].iso

    Então clique com o botão direito do mouse sobre este arquivo e escolha a opção “Gravar em CD/DVD” como na imagem abaixo :
    Queimar o cd usando o nautilus
    O tempo para queimar um CD/DVD vai demorar de acordo com o tamanho, no entanto, por já estar com um arquivo no formato .iso prontinho, economizará uns 5 minutos !
    Se precisar de mais instruções e desejar personalizar este LiveDVD então leia este artigo :

    http://hamacker.wordpress.com/2008/05/08/criando-seu-proprio-livecd-ubuntu/

    Conclusão

    Com a aplicação dos passos acima, estou com o desktop praticamente pronto para uso genérico. Obviamente ainda tem as ferramentas de programação e ajustes cosméticos no GNOME, mas isso não fará parte do escopo desse artigo.

    Fonte: hamacker.wordpress.com (Na minha opinião um dos melhores blogs sobre o Ubuntu).

    Enviado em Linux, Utilidades | 1 Comentário »

    VirtualBox no Ubuntu 8.04

    Publicado por Daniel Carraro Tomasini em Junho 2, 2008

    O VirtualBox possui uma versão OpenSource Edition. Além dela existe a versão comercial onde paga-se uma licença de uso, mas se for para uso pessoal e não comercial não é preciso pagar nada. Eu já falei dela aqui em artigos passados e acho que não preciso repetir tudo novamente.
    A versão OpenSource ou apenas OSE é equivalente a versão comercial com exceção dos seguintes itens que estão presentes apenas na versão comercial :

    • Suporte a USB (mas você pode compartilhar arquivos entre a anfitriã e maquina virtual nem necessitar do suporte a USB)
    • USB over RDP
    • iSCSI initiator

    Nos outros itens, ambas as edições são exatamente iguais.

    Passo 1) Se quer experimentar o VirtualBox-OSE siga os procedimentos abaixo :

    Abra o terminal e execute :

    sudo apt-get install virtualbox-ose virtualbox-ose-modules-generic

    Após a execução do comando acima, voce vai encontrar o ícone para carrega-lo em menu->Aplicações->Ferramentas do Sistema->VirtualBox OSE.

    É claro que nem tudo é perfeito, se você tentar executar o virtualbox de forma crúa pela primeira vez vai receber uma mensagem como essa :

    vbox-erro-iniciar-vm

    O que fazer ?
    Primeiramente, cadastre seu usuário no grupo ‘vboxusers’ :

    sudo adduser seulogin vboxusers

    É intrigante que você seja obrigado a reiniciar sua sessão gnome para que o comando acima passe a valer, portanto feche o seu login e entre novamente.

    Passo 2) Atualizou o kernel e infelizmente o VirtualBox não roda mais ?

    A solução mais rápida é a seguinte :

    sudo apt-get install module-assistant debhelper dpkg-dev gettext \
    html2text intltool-debian patch po-debconf dh-make debian-keyring build-essential

    sudo m-a auto-install virtualbox-ose-source

    Esse método usará o programa module-assistant (m-a) para criar um pacote virtualbox-ose-modules-generic para o kernel que voce está usando agora e em seguida o instalará automaticamente. Se por necessidade quiser compartilhar essa atualização com outras máquinas não precisa mais recompila-lo como fez no passo acima, basta transportar o pacote :

    /usr/src/virtualbox-ose-modules-[versao]-generic[versao].deb

    para a máquina de destino e dar um duplo clique sobre ele, ou se preferir via terminal :

    sudo dpkg -i /local/onde/voce/colocou/o/pacote/virtualbox-ose-modules-[versao]-generic[versao].deb
    sudo apt-get install -f

    Atenção: Em toda oportunidade que voce for obrigado a atualizar o ‘virtualbox-ose-modules’ é requerido o boot.

    Passo 3) Como criar uma máquina virtual Windows

    Carregue o VirtualBox, e siga o tradicional passo-a-passo :
    Clique no botão Novo :

    criando uma nova virtual machine

    Na próxima tela voce deverá formalizar algumas propriedades da máquina virtual como por exemplo, o Nome, o qual voce pode informar qualquer um, eu pessoalmente não gosto de colocar espaços e acentos :

    definindo um nome para a vm

    Também será preciso informar a quantidade de Memória RAM, essa quantidade depende do que você vai rodar no XP, 192M é suficiente para muita coisa :

    memória ram para a virtual machine

    Depois será necessário informar o uso do disco, como será a primeira vez que voce executa será necessário voce criar um. Portanto, clique em criar, como mostra a figura :

    Criando um disco virtual

    Opte por criar um disco de tamanho dinamicamente expansível :

    vbox-criar-disco-dinamicamente-expansivel

    O tamanho do disco e nome pode definir ao seu bel-prazer :

    nome e tamanho do disco virtual

    Confirme se todas as definições do disco estão prontas :

    definições do disco prontas

    Depois, é só escolher utilizar este disco virtual recém-criado :

    No passo seguinte será apresentado um resumo de como ficará sua Máquina Virtual :

    Resumo da máquina virtual

    Escolha finalizar para completar a criação da máquina virtual.

    Essa é uma boa hora para voce inserir o disco “bootável” contendo o sistema operacional Windows na unidade leitora de CD.

    Mas ainda não acabamos a configuração, infelizmente teremos que voltar e reconfigurar a máquina virtual. Selecione a máquina virtual recém-criada e clique no botão Configurações :

    Configurando a VM

    Vá até a opção CD/DVD-ROM e marque as opções :

    • Montar unidade de CD/DVD
    • Drive de CD/DVD do Hospedeiro e informe a unidade se voce tiver mais de uma
    • Habilitar o passtrhough

    Como mostra a figura :

    Configurando o cdrom

    Clique em [OK] para finalmente finalizarmos a configuração da máquina virtual.
    Agora, na tela principal clique finalmente em [Iniciar].
    Depois de ser notificado que sua tecla de host será o Control do lado direito, voce passará para a instalação a partir do cdrom que voce colocou no drive :

    Instalando o Windows

    Aguarde a instalação do Windows até o seu final, lembre-se de que para sair da máquina virtual é só teclar Control do lado direito :

    Tela 2

    Quando completar a instalação do Windows, retire o CDROM da unidade e reinicie o sua máquina virtual.

    Passo 4) Instalando as ferramentas “adicionais para convidado”

    Antes de você prosseguir, confirme que voce tenha retirado o cdrom do sistema operacional e tenha reiniciado a sua máquina virtual.
    Na realidade as ferramentas guest são os drivers que precisam ser instalados na sua máquina Virtual para dar-lhe alguns recursos extras, incluindo até mesmo a performance. Para instalar, acesse o menu do VirtualBox e escolha Menu->Dispositivos->Instalar adicionais para convidado como você vê na figura abaixo :

    Instalando ferramentas para convidado

    Na primeira execução do Instalar adicionais para convidado, voce será questionado se deseja fazer o download do programa, infelizmente sua única resposta é sim porque o VirtualBox-OSE não acompanha nativamente Instalar adicionais para convidado. Então responda Sim para fazer o download, como mostra a figura abaixo :

    Download de Instalar adicionais para convidado

    Ainda será necessário confirmar o download novamente :

    Download de Instalar adicionais para convidado

    Ao completar o download da ferramenta, uma outra questão surgirá perguntando se deseja montar o a imagem do cdrom que acabamos de efetuar o download, responda “Montar” (ou Mount em inglês) :

    Montar Instalar adicionais para convidado

    Nem sempre o autostart do Windows da máquina virtual aparece automáticamente, por isso, precisaremos dar um WIN+E para abrir o explorer do Windows e selecionar a unidade de CDROM de nossa máquina virtual :

    usando o winexplorer para instalar as ferramentas para convidado

    Dê um duplo clique na unidade de cdrom que a essa altura está com o nome “VBOXADDITIONS_1.5.6_28241″, isso será o suficiente para exibir o autorun e a tela a seguir :

    executando o ferramentas para convidado

    O processo de instalação já o conhecido Next->Next->Finish que todos os usuários de windows estão habituados. Fique atento para confirmar também a instalação de drivers como essa tela aqui :

    ainda instalando as ferramentas para convidado

    O motivo da atenção é que as vezes a tela acima de confirmação de instalação de driver aparece abaixo das outras janelas e não é vista, as vezes erroneamente você pode pensar que instalado parou, quando na realidade está simplesmente aguardando você confirmar a instalação.
    Ao completar a instalação do ferramentas adicionais para convidado voce será convidado a dar um boot, por favor, dê um boot na máquina virtual :

    Ferramentas adicionais para convidado instalado com sucesso

    Após a instalação ferramentas adicionais para convidado voce terá muitas novas opções como :

    • rodar o Windows em tela cheia
    • um novo recurso chamado SeamLess (HOST+L) que permite jogar uma janela do windows para fora da Virtual Machine, dando a impressão de executar um aplicativo nativo do windows no linux
    • Redimensionamento de resolução de tela dinâmico
    • Compartilhar pastas

    Configuração de Rede

    Este tópico é um problema para os mais novatos, o VirtualBox por padrão cria uma subrede abaixo da máquina hospedeira, mas a virtual machine tem conectividade com a máquina hospedeira através de Roteamento por NAT, assim, a placa de rede interna da virtual machine recebe um ip da classe 10.0.0.0 e tem como getway a máquina hospedeira. Isso é suficiente por exemplo, para conseguir acessar a internet se a máquina hospedeira tiver tal acesso. O que parece ser um problema para os mais novatos, é colocar a máquina virtual na mesma rede que sua hospedeira, neste caso voce tem de ir até a configuração de rede do VirtualBox para a máquina virtual selecionada, veja as telas de exemplo :

    Entrando em Configurações, acesse o item “Rede” :

    Agora configure sua interface de rede no virtualbox conforme sua necessidade, pode inclusive designar mais de uma placa de rede ou redes diferentes. Na prática se voce não tiver mais de uma placa de rede sobrando lhe sobra apenas usar NAT mesmo, ou então voce tem que criar no seu Linux uma interface virtual que chamamos de bridge e neste caso usar a interface de bridge para colocar a virtual machine na mesma rede da máquina hospedeira. O vmware ele cria uma interface de bridge assim que é instalado em seu sistema porque considera o [sim] como padrão para as suas respostas, o virtualbox não faz isso. Se voce deseja criar uma interface virtual para usar como bridge use este tutorial :
    http://www.jragomes.com/content/view/17/5/
    Ou se preferir, use a minha maneira no tópico a seguir.

    Criando um script para criar uma bridge para uso no VirtualBox

    Faça o download do script abaixo e salve-o com o nome de /etc/minha_bridge.sh, ele está com a extenção .odt apenas para ludibriar o WordPress que não aceita essa extensão, por isso o arquivo abaixo terá de ser renomeado :
    minha_bridge.sh
    Renomeia-o para o nome certo e dê permissão de execução :

    sudo mv /local/onde/baixei/minha_bridge.odt /etc/minha_bridge.sh
    sudo chmod a+x /etc/minha_bridge.sh

    Edite o arquivo acima, e tome atenção para as seguintes linhas :

    #
    # Login que receberá permissao
    #
    BRIDGE_LOGIN=”seulogin”

    Em [seulogin], coloque o seu login.
    Ainda em :

    #
    # Interface de rede envolvida
    #
    BRIDGE_NIC=”eth0″

    Confirme acima, se a placa para executar o bridge é realmente eth0, em notebooks geralmente há a interface Wifi e a Local e nem sempre a que queremos usar é eth0.
    Ainda mais :

    #
    # Usar DHCP ou IP fixo ?
    #
    BRIDGE_USE_DHCP=”S”

    Se há um DHCP na sua rede, deixe-o como “S”, caso contrário, para usar IP Fixo na interface de bridge use “N”.

    Se voce optou por usar IP Fixo, terá de modificar as seguintes linhas :

    #
    # Se for ip fixo fornecer os dados abaixo
    #
    BRIDGE_IP_ATUAL=”192.168.1.14″
    BRIDGE_IP_DESEJADO=”192.168.1.15″

    Onde BRIDGE_IP_ATUAL é o seu atual IP da interface que voce forneceu e BRIDGE_IP_DESEJADO será o IP que será atribuído a nova interface de bridge que será criada.

    Não estou dando nenhuma garantia ao script acima, ele simplesmente funciona para mim e estou distribuindo a voce. Não espere que se houver situações diferentes na sua rede um suporte neste blog, para isso existe os canais costumeiros.

    Uma vez executado este script, a saber :

    sudo /etc/minha_bridge.sh

    Vá até a tela de configuração do VirtualBox, na guia “Rede” e em “Ligado a” escolha “Interface do hospedeiro” e adicione “tap1″ ao item “Nome da placa de rede” :
    Configurando rede TAP no VirtualBox
    Tenho quase certeza que há um método melhor criando um script para “Configurar Aplicação” e “Terminar Aplicação” conforme exibe essa janela de configuração, mas como não sei como usa-los então vai do jeito “feijão com arroz”.

    Agora só resta configurar a interface dentro da máquina virtual, não espere que o Windows vá pegar um IP automático, simplesmente configure o Windows como se fosse um IP fixo, repassando os DNSs e o Gateway de sua rede :
    Configurando rede no Windows
    É assim que costumo configurar bridge no VirtualBox, tem funcionado para mim desde o Gutsy. Tem como colocar o script “minha_bridge.sh” para inicialização no boot, mas vou deixar isso como fonte para sua pesquisa.

    Conclusão

    Acho que isso encerra a instalação do VirtualBox, espero que voce usufrua da melhor forma possível.

    Fonte: hamacker.wordpress.com

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