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Posts de Janeiro, 2009

Apache PHP Postgresql no CentOS e Fedora

Publicado por Daniel Carraro Tomasini em Janeiro 16, 2009

Nesse pequeno tutorial vamos aprender a instalar e configurar de maneira básica um servidor Web na plataforma Linux (baseado no CentOS 5). Note que trata-se de material inédito, que será de grande valia para muitos que, como eu, precisam fazer isso e não encontram materiais disponíveis na web. Mãos à obra!

1) Abra o shell e logue como root:
No CentOS e Fedora o pacote chama-se httpd;

2) Instalando o Apache:
# yum install httpd

Após a instalação, é necessário rodar o comando chkconfig para que ele seja ativado no boot:
# chkconfig httpd on

3) Para iniciar o serviço temos duas opções de comandos:
# service httpd start
OU
# /etc/init.d/httpd start

start: Inicia o serviço
stop: Para o serviço
restart: Para e inicia o serviço
reload: Apenas atualiza a configuração, sem para o serviço.

Após iniciar o serviço, abra o navegador e digite, para testar o serviço:
http://127.0.0.1
Se for carregada a página inicial do APACHE, significa que a instalação foi concluída com sucesso!

Todas as configurações do Apache no CentOS e Fedora ficam no arquivo:
/etc/httpd/conf/httpd.conf

Os sites ficam concentrados dentro do diretório:
/var/www/html/

4) Instalando o suporte a PHP:
# yum install php

5) Instalando o módulo PHP para fazer a junção com Postgresql:
# yum install php-pgsql

Para que as alterações entrem em vigor, reinicie o Apache:
# service httpd restart

Para verificar se o suporte a PHP esta ativo, crie um arquivo com o nome teste.php dentro da pasta /var/www/html/
que contenha a seguinte linha:
<?php phpinfo( ); ?>

Abra o seu navegador e digite o endereço:
http://127.0.0.1/teste.php

6) Instalando o Postgresql com todas as suas dependências:
# yum install postgresql*.*

Iniciando o serviço e ativando-o no boot:
# service postgresql start
# chkconfig postgresql on

Os arquivos de configuração do Postgresql se encontram dentro da pasta:
/var/lib/pgsql/data/

Acesse esse diretório e vamos editar os arquivos de configuração:
# cd /var/lib/pgsql/data
# vi pg_hba.conf

No final do arquivo deixe as linhas conforme o exemplo abaixo:
# TYPE DATABASE USER CIDR-ADDRESS METHOD
# "local" is for Unix domain socket connections only
local all all trust
# IPv4 local connections:

Libera o acesso para a máquina local sem senha:
host all all 127.0.0.1/32 trust

Libera o acesso para a rede local sem senha:
host all all 192.168.0.0/24 trust

# Libera o acesso externo sem senha
host all all 0,0,0,0 0,0,0,0 trust

# IPv6 local connections:

#host all all ::1/128 ident sameuser

Para que as alterações entrem em vigor reinicie o serviço:
# service postgresql restart

Agora vamos editar o arquivo postgresql.conf:
# vi postgresql.conf

Descomente e modifique as linhas abaixo conforme o exemplo:

#—————————————————————————
# CONNECTIONS AND AUTHENTICATION #—————————————————————————

# – Connection Settings -

# Descomente, essa linha faz com que o Postgresql aceite conexões de qualquer ip.
listen_addresses = ‘*’ # what IP address(es) to listen on;

# comma-separated list of addresses;

# defaults to ‘localhost’, ‘*’ = all

# Descomente as linha abaixo,
port = 5432
max_connections = 500

Para que as alterações entrem em vigor reinicie o serviço:
# service postgresql restart

Alguns comandos básicos de Postgresql:

Criando uma base de dados chamada microcamp
# createdb -U postgres microcamp

Listando as bases de dados dentro do banco:
# psql -U postgres -l

Entrando dentro da base de dados microcamp
# psql -U postgres microcamp

# Listando o conteúdo da base de dados:
frigo2=# \d

# Atribuindo uma senha para a base de dados
frigo2=# alter user postgres with encrypted password ’senha’;

Para sair da base de dados use as teclas CTRL + D simultaneamente.

Após atribuido a senha a base de dados é necessário editar novamente o arquivo pg_hba.conf, trocando os métodos trust por md5 para que a senha seja requisitada ao tentar a conexão, lembrando que o arquivo se encontra dentro do diretório /var/lib/pgsql/data.
# cd /var/lib/pgsql/data
# vi pg_hba.conf

# TYPE DATABASE USER CIDR-ADDRESS METHOD

# “local” is for Unix domain socket connections only

local all all md5

# IPv4 local connections:

# Libera o acesso para a máquina local sem senha
host all all 127.0.0.1/32 md5

# Libera o acesso para a rede local sem senha
host all all 192.168.0.0/24 md5

# Libera o acesso externo sem senha
host all all 0,0,0,0 0,0,0,0 md5

# IPv6 local connections:

#host all all ::1/128 ident sameuser

Para que as alterações entrem em vigor reinicie o serviço:
# service postgresql restart

Agora vamos testar a conexão com o Postgresql, crie um arquivo chamado conexao.inc.php dentro do diretório /var/www/html e adicione as linhas abaixo:

<?php

$strConexao=”host=localhost user=postgres dbname=frigo2 password=frigo13579 port=5432″;

$conexao=pg_connect($strConexao);

if(!$conexao){

echo “Erro na conexcao: ” . pg_last_error($conexao);

}

?>

Agora crie um arquivo chamado consultar_todos.php e adicione as linhas abaixo:

<?php

$strConexao=”host=localhost user=postgres dbname=frigo2 password=frigo13579 port=5432″;

$conexao=pg_connect($strConexao);

if(!$conexao){

echo “Erro na conexcao: ” . pg_last_error($conexao);

}

?>

Agora uma dica muito importante, para que a conexão possa ser estabelecida no CentOS é necessário desativar o SELinux, que por padrão na instalação fica ativado, para desativa-lo vá na área de trabalho e no menu Sistema -> Administração -> Nível de Segurança e Firewall e selecione Desativado

Pronto sua configuração básica já vai estar funcionando.

Fonte: www.microcampnews.com.br

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iMasters recomenda usar o Internet Explorer 7 !?!?!?

Publicado por Daniel Carraro Tomasini em Janeiro 15, 2009

Por esses dias o site iMasters, lançou uma campanha para conscientizar usuários do navegador do Internet Explorer 6 utilizem um outro navegador mais novo. Até ai tudo bem. Mas o que acho (por falta de uma palavra melhor) imecil, é recomendarem o Internet Explorer 7. De fato, em relação ao IE6 o IE 7 é mais atualizado, mas tão bugado quanto. Tenho 3 grandes motivos para sustentar essa opinião: 1. O IE 7 ainda não segue os padrões web. Um codigo CSS que funciona redondo em todos os outros navegadores, não funciona no IE 7. Ou seja: você tem que encher o codigo de hacks para concertar tudo no IE 7. 2. O IE 7 é um queijo suiço em matéria de segurança. 3. As atualizações do IE 7 demoram pra ocorrer, diferente de todos os outros navegadores. Realmente para um site onde existem pessoas que se dizem especialistas em TI e afins fazerem uma recomendação como essas realmente me assusta. Por isso eu sempre recomendo a amigos e clientes: em hipótese alguma utilizem navegadores da Microsoft. Usem o Firefox, Opera, Safari, Konqueror, com eles a sua navegação será mais segura e o trabalho dos webdesigners vai ser mais tranquilo.

Escrito por: Evandro Pastor

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